Letra: Carlos Tê
Música: Rui Veloso
Jura que não vais ter uma aventura
Dessas que acontecem numa altura
E depois se desvanecem
Sem lembrança boa ou má
E por isso mesmo se esquecem
Jura que se tiveres uma aventura
Vais contar uma mentira
Com cuidado e com ternura
Vais fazer uma pintura
Com uma tinta qualquer
Que o ciúme é queimadura
Que faz o coração sofrer
Jura que não vais ter uma aventura
Porque eu hei-de estar sempre à altura
De saber
Que a solidão é dura
E o amor é uma fervura
Que a saudade não segura
E a razão não serena
Mas jura que se tiver de ser
Ao menos que valha a pena
quarta-feira, julho 15, 2009
terça-feira, julho 14, 2009
segunda-feira, julho 13, 2009
Canção da Viela Património Mundial
Coliseu do Porto em Outubro de 2001
Direcção Musical: Manuel Paulo
Acompanham músicos de Rui Veloso e Sérgio Godinho
Direcção Musical: Manuel Paulo
Acompanham músicos de Rui Veloso e Sérgio Godinho
sexta-feira, julho 10, 2009
Lua
Mais um dia que acaba
e a cidade parece dormir,
da janela vejo a luz que bate no chão
e penso em te possuir.
Noite após noite, há já muito tempo,
saio sem saber para onde vou,
chamo por ti, na sombra das ruas,
mas só a lua sabe quem eu sou.
Lua, lua,
eu quero ver o teu brilhar,
lua, lua, lua,
Eu quero ver o teu sorrir.
Leva-me contigo,
mostra-me onde estás,
é que o pior castigo
é viver assim, sem luz nem paz,
sozinho com o peso do caminho
que se fez para trás...
Lua, eu quero ver o teu brilhar,
no luar, no luar.
Homens de chapéu e cigarros compridos
vagueiam pelas ruas com olhares cheios de nada,
mulheres meio despidas encostadas à parede
fazem-me sinais que finjo não entender.
Loucas são as noites, que passo sem dormir,
loucas são as noites.
Os bares estão fechados já não há onde beber,
este silêncio escuro não me deixa adormecer.
Loucas são as noites.
Refrão
Não há saudade sem regresso, não há noites sem
madrugada,
Ouço ao longe as guitarras, nas quais vou partir,
na névoa construo a minha estrada.
Loucas são as noites, que passo sem dormir,
loucas são as noites.
Loucas são as noites, que passo sem dormir,
loucas são as noites...
e a cidade parece dormir,
da janela vejo a luz que bate no chão
e penso em te possuir.
Noite após noite, há já muito tempo,
saio sem saber para onde vou,
chamo por ti, na sombra das ruas,
mas só a lua sabe quem eu sou.
Lua, lua,
eu quero ver o teu brilhar,
lua, lua, lua,
Eu quero ver o teu sorrir.
Leva-me contigo,
mostra-me onde estás,
é que o pior castigo
é viver assim, sem luz nem paz,
sozinho com o peso do caminho
que se fez para trás...
Lua, eu quero ver o teu brilhar,
no luar, no luar.
Homens de chapéu e cigarros compridos
vagueiam pelas ruas com olhares cheios de nada,
mulheres meio despidas encostadas à parede
fazem-me sinais que finjo não entender.
Loucas são as noites, que passo sem dormir,
loucas são as noites.
Os bares estão fechados já não há onde beber,
este silêncio escuro não me deixa adormecer.
Loucas são as noites.
Refrão
Não há saudade sem regresso, não há noites sem
madrugada,
Ouço ao longe as guitarras, nas quais vou partir,
na névoa construo a minha estrada.
Loucas são as noites, que passo sem dormir,
loucas são as noites.
Loucas são as noites, que passo sem dormir,
loucas são as noites...
terça-feira, julho 07, 2009
quarta-feira, julho 01, 2009
terça-feira, junho 30, 2009
Amuo
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segunda-feira, junho 29, 2009
sexta-feira, junho 26, 2009
segunda-feira, junho 15, 2009
segunda-feira, junho 08, 2009
segunda-feira, junho 01, 2009
Se eu fosse um dia o teu olhar
Frio o mar
Por entre o corpo
Fraco de lutar
Quente o chão
Onde te estendo
Onde te levo a razão
Longa a noite e só o sol
Quebra o silêncio
Madrugada de cristal
Leve, lento, nu, fiel
E este vento
Que te navega na pele
Pede-me a paz
Dou-te o mundo
Louco, livre, assim sou eu
Um pouco mais...
Solta-te a voz lá do fundo
Grita, mostra-me a cor do céu
Se eu fosse um dia o teu olhar
E tu as minhas mãos também
Se eu fosse um dia o respirar
E tu perfume de ninguém
Se eu fosse um dia o teu olhar
E tu as minhas mãos também
Se eu fosse um dia o respirar
E tu perfume de ninguém
Sangue ardente
Fermenta e torna aos
Dedos de papel
Luz dormente
Suavemente pinta o teu rosto a pincel
Largo a espera
E sigo o sul
Perco a quimera
Meu anjo azul
Fica, forte, sê amada
Quero que saibas
Que ainda não te disse nada
Pede-me a paz
Dou-te o mundo
Louco, livre, assim sou eu
Um pouco mais...
Solta-te a voz lá do fundo
Grita, mostra-me a cor do céu
Se eu fosse um dia o teu olhar
E tu as minhas mãos também
Se eu fosse um dia o respirar
E tu perfume de ninguém
Se eu fosse um dia o teu olhar
E tu as minhas mãos também
Se eu fosse um dia o respirar
E tu perfume de ninguém
Por entre o corpo
Fraco de lutar
Quente o chão
Onde te estendo
Onde te levo a razão
Longa a noite e só o sol
Quebra o silêncio
Madrugada de cristal
Leve, lento, nu, fiel
E este vento
Que te navega na pele
Pede-me a paz
Dou-te o mundo
Louco, livre, assim sou eu
Um pouco mais...
Solta-te a voz lá do fundo
Grita, mostra-me a cor do céu
Se eu fosse um dia o teu olhar
E tu as minhas mãos também
Se eu fosse um dia o respirar
E tu perfume de ninguém
Se eu fosse um dia o teu olhar
E tu as minhas mãos também
Se eu fosse um dia o respirar
E tu perfume de ninguém
Sangue ardente
Fermenta e torna aos
Dedos de papel
Luz dormente
Suavemente pinta o teu rosto a pincel
Largo a espera
E sigo o sul
Perco a quimera
Meu anjo azul
Fica, forte, sê amada
Quero que saibas
Que ainda não te disse nada
Pede-me a paz
Dou-te o mundo
Louco, livre, assim sou eu
Um pouco mais...
Solta-te a voz lá do fundo
Grita, mostra-me a cor do céu
Se eu fosse um dia o teu olhar
E tu as minhas mãos também
Se eu fosse um dia o respirar
E tu perfume de ninguém
Se eu fosse um dia o teu olhar
E tu as minhas mãos também
Se eu fosse um dia o respirar
E tu perfume de ninguém
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