sexta-feira, janeiro 18, 2008
segunda-feira, janeiro 14, 2008
"O que é nosso tem de ser nosso"
Em véspera do meu pai ser operado às entranhas, aqui fica um vídeo que rebenta as minhas. A alternativa existe! É socialista! De facto!
quinta-feira, janeiro 10, 2008
A ponte é uma passagem para a outra margem
Está escolhida a opção "jamais" (ou "jamé", como o Gato Fedorento lhe chamou) para a localização do novo aeroporto de Lisboa. Parece-me estranho, numa altura em que pela primeira vez em 29 anos não se realiza o rali Dakar por causa de uma suposta ameaça terrorista (de nome Sarkozy?!), ignorar o alerta de Almeida Santos, que tão bem explicou não se poder construir um aeroporto no deserto da margem sul por risco de dinamitização da ponte! E não é, que o Governo anunciou também a construção de uma ponte rodo-ferroviária?! Para quê construir algo que vai ser destruído pela Al-Quaeda?!
Mas, continuando, entendo e concordo com Sócrates ao não demitir o ministro Mário Lino pelas declarações proferidas anteriormente, dizendo que o ministro não tem uma política própria, e que tudo o que disse eram as ideias que o Governo tinha então, por na altura a hipótese do campo de tiro de Alcochete nunca ter sido colocada em questão. Contudo, a 16 de Janeiro, com a moção de censura interposta pelo Bloco de Esquerda, por o Governo ter deixado cair a promessa de realização de referendo ao tratado constitucional, o Governo só deveria fazer uma coisa e que é, obviamente demitir-se!
quarta-feira, janeiro 09, 2008
A Cilada
Letra: António Gregório
Música: Rui Amado
in Ao Vivo, Luís Portugal
Chorou
Mais lágrimas ao vento
Bebeu
O pranto à beira mar
Bramiu
A lentidão do tempo
Que faz sofrer mais devagar
Vagueou pela madrugada
Rogou pragas contra a paixão
Quis não cair mais na cilada
O amor leva-nos à lua
Depois deita-nos ao chão
Deixou
O ego ali espalhado
Contou
Os nós que a vida tem
Saiu
De coração maltratado
Pensou
De que vale amar alguém
Música: Rui Amado
in Ao Vivo, Luís Portugal
Chorou
Mais lágrimas ao vento
Bebeu
O pranto à beira mar
Bramiu
A lentidão do tempo
Que faz sofrer mais devagar
Vagueou pela madrugada
Rogou pragas contra a paixão
Quis não cair mais na cilada
O amor leva-nos à lua
Depois deita-nos ao chão
Deixou
O ego ali espalhado
Contou
Os nós que a vida tem
Saiu
De coração maltratado
Pensou
De que vale amar alguém
sexta-feira, janeiro 04, 2008
quinta-feira, janeiro 03, 2008
quarta-feira, janeiro 02, 2008
Clã encantam no "Diz que é uma espécie de Reveillon"
Na altura em que a RTP transmitia isto em directo, o meu sobrinho de 7 anos identificou o Pedro Rito como pai de um colega de ATL! :-)
segunda-feira, dezembro 31, 2007
E o burro sou eu?!
Tentam-nos convencer que é no sector privado que se encontram os melhores gestores. Eles é que sabem, e então devemos entregar tudo aos privados. Ele é Universidades Privadas (que não se privam de polémicas), ele é Hospitais, S.A., etc, etc...
No entanto, para resolver um problema de gestão de uma instituição bancária privada, eis que os Dº Sebastiões surgem do sector público!
E o burro sou eu?!
quinta-feira, dezembro 27, 2007
Clã nas Noites Ritual Rock 2007
A 24 de Agosto de 2007, dia em que completei 31 anos, no Palácio de Cristal, no Porto, a escassos metros da Maternidade Júlio Dinis, onde 31 anos antes chorei pela 1ª vez. Foi o 1º concerto de apresentação de "Cintura" (dois dias antes tinham apresentado o álbum para 50 fãs, onde estive) e eu estive presente. Nesse mesmo dia, os Clã foram notícia do JN e apareceu a minha "fronha" numa mini-entrevista no final do concerto para os fã, nos arredores de Vila do Conde.
quarta-feira, dezembro 26, 2007
quinta-feira, dezembro 20, 2007
Medo
Tem-se medo de tudo
Medo de arriscar
Medo de avançar
E o medo tolda-nos
Os nossos pensamentos
Os nossos movimentos
Deixamos que as angústias nos vençam
E não vemos que elas apenas fazem parte do processo
Processo de aprendizagem, contínua.
O medo, muitas vezes impede-nos de sermos felizes
Mas ninguém é feliz sem medo
Se não se tem medo de perder algo
Então não amamos nada
Não é um sentimento de posse, o medo
É um desejo
Um desejo de querer partilhar
Partilhar tudo na vida
Com aquele(a) que sabemos
Será sempre o motivo pelo qual
Temos medo
Guilherme Rietsch Monteiro, 5 de Junho de 2002
Medo de arriscar
Medo de avançar
E o medo tolda-nos
Os nossos pensamentos
Os nossos movimentos
Deixamos que as angústias nos vençam
E não vemos que elas apenas fazem parte do processo
Processo de aprendizagem, contínua.
O medo, muitas vezes impede-nos de sermos felizes
Mas ninguém é feliz sem medo
Se não se tem medo de perder algo
Então não amamos nada
Não é um sentimento de posse, o medo
É um desejo
Um desejo de querer partilhar
Partilhar tudo na vida
Com aquele(a) que sabemos
Será sempre o motivo pelo qual
Temos medo
Guilherme Rietsch Monteiro, 5 de Junho de 2002
segunda-feira, dezembro 17, 2007
Bolo-Rei de Comércio Justo

Este Natal a Equação Comércio Justo apresenta um bolo-rei com ingredientes de Comércio Justo e Biológicos. É produzido pela Cooperativa Cor de Tangerina, em Guimarães.
Preço:
Serão produzidos 2 tamanhos de bolo-rei (pequeno com +\- 700g e normal com +\- 1400g). O PVP será de 13,50€\kilo.
Encomendas:
Podem ser encomendados nas Lojas de Comércio Justo até ao final do dia 22 de Dezembro.
Podem ser levantados nas Lojas de Comércio Justo a partir das 16h do dia 24 de Dezembro.
Loja de Cedofeita: 222012348
Ingredientes:
farinha T80 bio, açucar bio, sal, xarope guaraná (CJ), fermento bio, especiarias, água, licores (aguardente, anis e rum), margarina vegetal, chocolate, uva passa (CJ), ananás conserva bio (CJ), manga seca (CJ), cajú, nozes amazónia bio (CJ), chocolate em pó bio (CJ), tâmaras secas (CJ), sementes sésamo bio, coco ralado.
quinta-feira, dezembro 13, 2007
Porque não nos calamos!
Foi hoje assinado o Tratado de Lisboa.
Proponho agora a tod@s @s portugueses, que a exemplo de uma campanha publicitária de um operador de comunicações móveis, ofereçamos nesta Natal ao primeiro-ministro um telemóvel com mensagens préviamente gravadas. As mensagens ficarão ao cuidado de cada um (podem depois usar os comentários deste post para as exprimir), mas exigirão todas a realização de um referendo sobre o Tratado.
Quando Sócrates receber o telemóvel e escutar as mensagens, terá como acto contínuo a escolha do remix "Porque não te calas?" para toque do telemóvel!
Não, sr. Primeiro-Ministro! Não nos calaremos! Queremos um referendo! We want the world and we wanted now!
terça-feira, dezembro 11, 2007
Sérgio Sousa Pinto
Sérgio Sousa Pinto, eurodeputado do Partido Socialista, disse ontem no programa Prós e Contras da RTP, a propósito do balanço da Cimeira UE/África, que o "nosso" problema é darmos demasiada importância à questão dos direitos humanos em África quando queremos estabelecer negócios com aquele continente. Disse Sérgio Sousa Pinto que deviamos aprender com a China, que não fala de direitos humanos e que tem o monopólio dos negócios com África.
Sérgio Sousa Pinto, além de dizer que a Europa deve ser cínica, esqueceu-se (diria que propositadamente) de referir que a China, também tem muito a desejar no respeita ao respeito pelos direitos humanos e como tal não pode pedir a outros aquilo que ela própria não pratica.
Quando foi líder da Juventude Socialista, Sérgio Sousa Pinto parecia ter uma mente mais aberta. Chegou a afirmar a uma revista juvenil que entrevistou todos os líderes das chamadas "Jotas", que o seu político de eleição era Francisco Louçã. Foi ele, que em pleno período da governação Guterres, levou à assembleia a questão do aborto (e tendo sido derrotado por 1 voto da primeira vez, voltou à carga um ano depois, levando à realização do referendo em 1998), foi com ele também que se começou a falar de direitos iguais para os homossexuais.
Contudo, logo se apercebeu que seria mais um na engrenagem partidária e com a afirmação de ontem, deixou de me merecer qualquer respeito ou consideração.
segunda-feira, dezembro 10, 2007
domingo, dezembro 09, 2007
Lado (a lado)
Há gente que espera de olhar vazio
na chuva, no frio, encostada ao mundo
a quem nada espanta
nenhum gesto
nem raiva ou protesto
nem que o sol se vá perdendo lá ao
fundo
há restos de amor e de solidão
na pele, no chão, na rua inquieta
os dias são iguais já sem saudade
nem vontade
aprendendo a não querer mais do que o
que resta
e a sonhar de olhos abertos
na paragens, nos desertos
a esperar de olhos fechados
sem imagens de outros lados
a sonhar de olhos abertos
sem viagens e regressos
a esperar de olhos fechados
outro dia lado a lado
há gente nas ruas que adormece
que se esquece enquanto a noite vem
é gente que aprendeu que nada urge
nada surge
porque os dias são viagens de ninguém
a sonhar de olhos abertos
nas paragens, nos desertos
a esperar de olhos fechados
sem imagens de outros lados
a sonhar de olhos abertos
sem viagens e regressos
a esperar de olhos fechados
outro dia lado a lado
aprende-se a calar a dor
a ternura, o rubor
o que sobra de paixão
aprende-se a conter o gesto
a raiva, o protesto
e há um dia em que a alma
nos rebenta nas mãos
na chuva, no frio, encostada ao mundo
a quem nada espanta
nenhum gesto
nem raiva ou protesto
nem que o sol se vá perdendo lá ao
fundo
há restos de amor e de solidão
na pele, no chão, na rua inquieta
os dias são iguais já sem saudade
nem vontade
aprendendo a não querer mais do que o
que resta
e a sonhar de olhos abertos
na paragens, nos desertos
a esperar de olhos fechados
sem imagens de outros lados
a sonhar de olhos abertos
sem viagens e regressos
a esperar de olhos fechados
outro dia lado a lado
há gente nas ruas que adormece
que se esquece enquanto a noite vem
é gente que aprendeu que nada urge
nada surge
porque os dias são viagens de ninguém
a sonhar de olhos abertos
nas paragens, nos desertos
a esperar de olhos fechados
sem imagens de outros lados
a sonhar de olhos abertos
sem viagens e regressos
a esperar de olhos fechados
outro dia lado a lado
aprende-se a calar a dor
a ternura, o rubor
o que sobra de paixão
aprende-se a conter o gesto
a raiva, o protesto
e há um dia em que a alma
nos rebenta nas mãos
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