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segunda-feira, setembro 26, 2011
segunda-feira, setembro 14, 2009
O olho de Alá
Sou figurante! ;-)

Uma Produção Panmixia Associação Cultural em parceria com a Camaleão Associação Cultural
A partir do conto de Rudyard Kipling, ‘The eye of Allah’, a peça fala da viagem de John de Burgos, monge inglês, pintor de iluminuras, que vai até ao sul da Península Ibérica, em busca de ervas medicinais para o Convento e de tintas para a sua arte. No regresso do mundo árabe, traz com ele um pequeno instrumento a que chamavam Olho de Alá, o primeiro microscópio. Esta pequena maravilha permite ver seres extraordinários até numa simples gota de água, inspirando John de Burgos a criar fantásticos demónios para as ilustrações do seu Evangelho de S. Lucas. Quando Roger Bacon visita o Convento, fascinado perante tal avanço da Ciência, saúda o progresso: daqui a duzentos, trezentos anos todos passarão a usar este instrumento. Porém, o Abade do Convento tem sérias dúvidas acerca do herético e perigoso Olho de Alá. Afinal, será prudente antecipar assim o futuro?
FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Texto - José Carretas, José Geraldo
Encenação - José Carretas
Música Original - Telmo Marques
Concepção Plástica - José Carretas, Margarida Wellenkamp e Nuno Lucena
Elenco – Helena Faria, João Melo, José Geraldo, Linda Rodrigues, Pedro Estorninho, Rui Damasceno, Rui Queirós de Matos
Datas: De 17 de Setembro a 17 de Outubro de 2009, todos os dias, excepto segunda-feira, às 22h
Local: Garagem da Panmixia - Cace Cultural do Porto
Rua do Freixo, nº1070, Porto
Companhia Subsidiada pelo Ministério da Cultura
PANMIXIA

Uma Produção Panmixia Associação Cultural em parceria com a Camaleão Associação Cultural
A partir do conto de Rudyard Kipling, ‘The eye of Allah’, a peça fala da viagem de John de Burgos, monge inglês, pintor de iluminuras, que vai até ao sul da Península Ibérica, em busca de ervas medicinais para o Convento e de tintas para a sua arte. No regresso do mundo árabe, traz com ele um pequeno instrumento a que chamavam Olho de Alá, o primeiro microscópio. Esta pequena maravilha permite ver seres extraordinários até numa simples gota de água, inspirando John de Burgos a criar fantásticos demónios para as ilustrações do seu Evangelho de S. Lucas. Quando Roger Bacon visita o Convento, fascinado perante tal avanço da Ciência, saúda o progresso: daqui a duzentos, trezentos anos todos passarão a usar este instrumento. Porém, o Abade do Convento tem sérias dúvidas acerca do herético e perigoso Olho de Alá. Afinal, será prudente antecipar assim o futuro?
FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Texto - José Carretas, José Geraldo
Encenação - José Carretas
Música Original - Telmo Marques
Concepção Plástica - José Carretas, Margarida Wellenkamp e Nuno Lucena
Elenco – Helena Faria, João Melo, José Geraldo, Linda Rodrigues, Pedro Estorninho, Rui Damasceno, Rui Queirós de Matos
Datas: De 17 de Setembro a 17 de Outubro de 2009, todos os dias, excepto segunda-feira, às 22h
Local: Garagem da Panmixia - Cace Cultural do Porto
Rua do Freixo, nº1070, Porto
Companhia Subsidiada pelo Ministério da Cultura
PANMIXIA
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José Carretas,
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Teatro,
Telmo Marques
quinta-feira, maio 28, 2009
segunda-feira, setembro 08, 2008
Lembrar uma amiga
Catarina Lacerda
Nasci em Massarelos, na Maternidade Júlio Dinis, como grande parte da população nascida no Porto. Vivi até aos 19 anos numa casa amarela com jardim, cão e quintal, pais e avós, junto ao rio e perto do mar. Quando terminei o secundário senti a necessidade de perceber melhor o bichinho da representação. Ter estudado economia fez-me perceber que o caminho dos números, que até dominava, não seria o meu. Andava um pouco indecisa e fui fazer terapias vocacionais de grupo na Faculdade de Psicologia da Universidade do Porto. Tornou-se aí evidente que tinha que avançar com isto do teatro. Ser actriz é um jogo de risco e prazer, um abismo feliz. Quanto mais arriscas, mais prazer podes ter. É isso que me move. Serei actriz enquanto me preencher, mas imagino-me a fazer muitas outras coisas desde que haja vontade, tempo e conjunturas favoráveis. A ordem não é aleatória. O cinema é um território novo para mim. Tudo começou no final de 2006. Um amigo reencaminhou-me um «e-mail» para um «casting». Alguns meses depois estava em pleno Coentral, aldeia da serra da Lousã, nas filmagens de «Deus Não Quis». O argumento é baseado na canção tradicional portuguesa «Laurindinha». Conta-nos a história quase feliz de um jovem casal separado pela guerra. A Laurindinha, personagem que interpreto, é uma mulher que vê o seu grande amor partir para a guerra e oscila entre um misto de cheio e vazio. O cheio daquilo que a une ao seu amor, o vazio perante a inevitabilidade dessa separação. É um sentimento profundamente humano, creio. Receber um prémio no Chipre, um país onde se pressente a tensão política e militar, foi especial. Nicósia é atravessada por um muro. De um lado cipriotas turcos, do outro cipriotas gregos. Ao fugir da guerra, as famílias turcas e gregas deixaram para trás casas devolutas. Essas casas, e as suas histórias, foram ocupadas por outras famílias turcas e gregas. Ver as pessoas saírem da projecção emocionadas e agradecerem o filme, torna-o duplamente especial. Há registo do surgimento das primeiras sardas pelos meus três anos. Fazem parte do carimbo que é o meu rosto e variam de estação para estação: são imensas no Verão, mais raras no Inverno.
A actriz é a protagonista de «Deus Não Quis», produzido pela ZED Filmes, e a vencedora do Prémio de Melhor Actriz no Festival Internacional de Curtas-Metragens do Chipre
Texto de Nelson Marques in Expresso
Parabéns, Catarina!
Beijinhos,
Gui
Festival Internacional de Marionetas (Porto)
Festival Internacional de Marionetas, na Praça D. João I
Entrada Livre
Teremos uma parede de mentira porque tem portas de verdade - que sabem mais abrir do que fechar – e porque uma parede sozinha não fecha, enquadra.
O FIMP vai ter um Hino. Composto por Hélder Gonçalves dos Clã, será executado na Praça D. João I por uma Fanfarra, na primeira convocatória deste FIMP 2008. A Fanfarra levar-nos-á depois pelas ruas da baixa do Porto até ao TeCA. Aí será o espectáculo de abertura: pelo Teatro de Marionetas do Porto. Associamo-nos assim ao Teatro Nacional de S. João na celebração dos vinte anos de criações e actividade desta companhia. As primeiras palmas desta edição são para eles.
Sem bilheteiras, de portas abertas.
Vamos viver na Praça. Venha lá morar connosco.
Mais informações em: http://www.fim.com.pt
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E agora pergunto eu. Será que a exemplo dos aviões, que já há por aí notícias de que querem levar para Lisboa, também vão roubar-nos este evento?! Não... Primeiro, porque é cultura, depois porque é feito por gente do Porto. Só podia!!!
Guilherme Rietsch Monteiro
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