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segunda-feira, março 21, 2016
segunda-feira, março 21, 2011
sexta-feira, março 04, 2011
Uma Aventura em Angra do Heroísmo - 2ª Temporada - Parte 5
fonte: Wikipédia
A lenda de Angra do Heroísmo é uma lenda da ilha Terceira, nos Açores. Versa sobre a cidade de Angra do Heroísmo e o Monte Brasil
Segundo a tradição, o príncipe dos mares vivia apaixonado por uma linda princesa de cabelos louros que vivia próximo aos seus domínios. A princesa, entretanto, não correspondia aos seus amores por já se encontrar apaixonada por outro príncipe. O senhor dos mares vivia consumido por ciúmes que muitas vezes o levavam à violência, e decidiu chamar uma fada ao seu reino marinho, com o objectivo de mudar o rumo aos acontecimentos.
A fada veio e tentou durante bastante tempo que a princesa desistisse do seu amor e se apaixonasse pelo Senhor do Mar. Fez magias e quebrantos e exerceu todas as suas influências, mas sem nada conseguir devido ao profundo amor da princesa pelo seu príncipe. Furioso, o senhor dos mares acabou por expulsar a fada dos seus domínios.
Um dia, os dois apaixonados, que até ali tinham vivido só da troca de olhares e de suaves devaneios, trocaram o primeiro beijo. Foi um beijo rápido, mas o sussurro dos apaixonados foi escutado pelo senhor e príncipe dos mares, que acordou do leito de rocha de basalto negro e areia vulcânica onde dormia.
A fada também ouviu e atravessou apressadamente os céus em direcção ao reino do príncipe dos mares, pois via a oportunidade de se vingar do príncipe, por quem entretanto se tinha apaixonado, e da princesa que lhe roubava a felicidade.
Quando chegou perto do Senhor do Mar, viu-o furioso a bater-se contra a terra com furiosas e encapeladas ondas cobertas de espuma branca e disse-lhe baixinho: "Príncipe do mar, chegou a hora da vossa vingança. Aqui estou para fazer o que mandardes." Cego pelo ciúme e pela raiva, este ordenou-lhe em tom de ódio: "Correi, fada, fulminai o príncipe que roubou minha amada. Mas... lembrai-vos, só a ele!"
Aceitando o desafio com a cabeça e convidando o Senhor do Mar a assistir à vingança que ia preparar, a fada levou-o pela mão em direcção à praia onde estavam os dois apaixonados. Lá foram encontrar a princesa de cabelos soltos, dourados ao sol poente, levemente reclinada sobre o seu apaixonado.
Rapidamente, a fada soltou a mão do Senhor do Mar e se precipitou sobre o par enamorado, fazendo um encanto: o príncipe ficou transformado num grande monte (o Monte Brasil) coberto de denso arvoredo, levantando-se altivo de frente para o mar. A princesa recusou-se a abandonar o seu apaixonado e ficou para sempre reclinada na posição em que se encontrava. Com o passar os milénios, transformou-se na baía e na cidade de Angra do Heroísmo. Encontram-se os dois unidos e embalados para sempre pelas noites e pelos dias, pelo eterno soluçar angustiado do Atlântico, príncipe e senhor dos mares.
A fada veio e tentou durante bastante tempo que a princesa desistisse do seu amor e se apaixonasse pelo Senhor do Mar. Fez magias e quebrantos e exerceu todas as suas influências, mas sem nada conseguir devido ao profundo amor da princesa pelo seu príncipe. Furioso, o senhor dos mares acabou por expulsar a fada dos seus domínios.
Um dia, os dois apaixonados, que até ali tinham vivido só da troca de olhares e de suaves devaneios, trocaram o primeiro beijo. Foi um beijo rápido, mas o sussurro dos apaixonados foi escutado pelo senhor e príncipe dos mares, que acordou do leito de rocha de basalto negro e areia vulcânica onde dormia.
A fada também ouviu e atravessou apressadamente os céus em direcção ao reino do príncipe dos mares, pois via a oportunidade de se vingar do príncipe, por quem entretanto se tinha apaixonado, e da princesa que lhe roubava a felicidade.
Quando chegou perto do Senhor do Mar, viu-o furioso a bater-se contra a terra com furiosas e encapeladas ondas cobertas de espuma branca e disse-lhe baixinho: "Príncipe do mar, chegou a hora da vossa vingança. Aqui estou para fazer o que mandardes." Cego pelo ciúme e pela raiva, este ordenou-lhe em tom de ódio: "Correi, fada, fulminai o príncipe que roubou minha amada. Mas... lembrai-vos, só a ele!"
Aceitando o desafio com a cabeça e convidando o Senhor do Mar a assistir à vingança que ia preparar, a fada levou-o pela mão em direcção à praia onde estavam os dois apaixonados. Lá foram encontrar a princesa de cabelos soltos, dourados ao sol poente, levemente reclinada sobre o seu apaixonado.
Rapidamente, a fada soltou a mão do Senhor do Mar e se precipitou sobre o par enamorado, fazendo um encanto: o príncipe ficou transformado num grande monte (o Monte Brasil) coberto de denso arvoredo, levantando-se altivo de frente para o mar. A princesa recusou-se a abandonar o seu apaixonado e ficou para sempre reclinada na posição em que se encontrava. Com o passar os milénios, transformou-se na baía e na cidade de Angra do Heroísmo. Encontram-se os dois unidos e embalados para sempre pelas noites e pelos dias, pelo eterno soluçar angustiado do Atlântico, príncipe e senhor dos mares.
Monte Brasil, visto do mar, Ilha Terceira, Açores
Cidade de Angra do Heroismo e Baía de Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores, Portugal
segunda-feira, fevereiro 28, 2011
Utopia
A ilha de Utopia foi descrita a Thomas More por um navegador português.
Estaria a falar da Terceira?!
Estaria a falar da Terceira?!
sexta-feira, fevereiro 25, 2011
quinta-feira, fevereiro 17, 2011
Uma Aventura em Angra do Heroísmo - 2ª Temporada - Parte 1
Praça Velha, Angra do Heroísmo, 16 de Fevereiro de 2011
O município de Angra do Heroísmo, não querendo ficar com parecença ao do Porto, apenas por o actual edifício da Câmara ser uma réplica do edifício dos antigos Passos do Concelho do Porto, resolveu também alterar a Praça à sua frente.
Querem transformar a Praça Velha, em nova, mas o que se vê nesta fotografia, é que a outrora lindíssima Praça Velha é hoje uma Praça Destruída.
As árvores são sempre as primeiras a irem...
Querem transformar a Praça Velha, em nova, mas o que se vê nesta fotografia, é que a outrora lindíssima Praça Velha é hoje uma Praça Destruída.
As árvores são sempre as primeiras a irem...
sábado, outubro 23, 2010
Saúde e Fraternidade - Viva a República
in Sata Magazine
Quem viveu o período revolucionário em Portugal após o 25 de Abril, compreende bem o sentido desta mensagem enviada do Porto para Angra do Heroísmo: "Saúde e Fraternidade - Viva a República". Vivia-se ainda a euforia da queda da monarquia e as esperanças de uma vida melhor circulavam na mentes dos portugueses. A luta ideológica marcava então o quotidiano, com reformas profundas no sector do ensino ou na relação entre o Estado e a Igreja.
Passaram 100 anos e esses valores e ideias continuam presentes na sociedade portuguesa. Liberdade, Igualdade e Fraternidade, a trilogia da Revolução Francesa, que tem servido de estandarte a muitas revoluções contemporâneas, mantém-se como uma ambição da Humanidade em busca de um mundo mais justo e perfeito. (...)
Passaram 100 anos e esses valores e ideias continuam presentes na sociedade portuguesa. Liberdade, Igualdade e Fraternidade, a trilogia da Revolução Francesa, que tem servido de estandarte a muitas revoluções contemporâneas, mantém-se como uma ambição da Humanidade em busca de um mundo mais justo e perfeito. (...)
quarta-feira, outubro 20, 2010
sábado, maio 01, 2010
quinta-feira, abril 08, 2010
segunda-feira, abril 05, 2010
Lagoa da Serreta

PRC3TER - Serreta
Ilha: Terceira
Extensão: 7 Km
Tempo: 2h 30m
Realizado: 3 de Abril de 2010 entre as 13h30 e as 16h (hora dos Açores)







Este trilho começa e termina na freguesia da Serreta e tem a duração total de cerca de 2h30m. Inicia-se na estrada regional subindo por um troço de alcatrão, a Canada das Fontes, durante cerca de 200 metros. Na primeira bifurcação deve virar à direita e prosseguir por um caminho de terra batida que se vai estreitando, ladeado por uma vegetação muito variada, que inclui flora endémica como urze, pau branco e faia mas também algumas infestantes como incenso e acácia. No fim deste caminho deve virar novamente à direita por um caminho mais largo, até encontrar um atalho à esquerda por onde deve prosseguir e seguir de acordo com a sinalização. Pouco tempo depois, o caminho começa a subir para a Lagoinha, uma pequena lagoa rodeada por uma densa mata de cedros, que corresponde a cerca de metade do percurso. Volte pelo mesmo caminho até um pasto, onde deve virar à direita. Nessa altura deve seguir junto do arame farpado até um pequeno atalho que lhe permite aceder à lindíssima Ribeira do Além. Depois, o trilho continua por uma mata no Pico do Negrão, onde o caminho de pedra-pomes e bagacina é por vezes muito inclinado e exige atenção. Quando chegar a um pasto, atravesse-o até junto do depósito de água e siga à direita até chegar novamente a este painel. O percurso atravessa uma zona de Reserva Florestal. É responsabilidade de todos(as) nós contribuirmos para a sua protecção, bem como assegurar a sua biodiversidade através da conservação deste habitat natural.

Lagoinha da Serreta
Vista privilegiada da costa Oeste da ilha Terceira.
Deste ponto, a cerca dos 794 metros de altitude, temos uma paisagem rica e relaxante, donde se pode apreciar a costa Oeste da ilha Terceira e avistar as ilhas de São Jorge e da Graciosa.
A Lagoinha é uma lagoa que se encontra alojada na cratera de um vulcão que faz parte do grande cone vulcânico que deu origem à Serra de Santa Bárbara. Está a uma altitude de 786 metros acima do nível do mar, numa zona de grande pluviosidade, especialmente no Inverno.
É uma lagoa de pequenas dimensões, rodeada de abundantes turfeiras que ajudam a reter e a controlar os níveis das águas na lagoa, bem como do lençol freático da ilha. Em redor, bem como nas zonas próximas, há grandes povoamentos de flora indígena das florestas de Laurissilva, típicas nos Açores.
A floresta de Laurissilva, cuja origem está relacionada com as florestas húmidas do Terciário, existentes no Sul da Europa e desaparecidas há milhões de anos aquando das últimas glaciações, é uma floresta com um índice de endemismos muito elevado. Surge por todas as ilhas da Macaronésia, escalonada em altitude, em que um dos seus mais belos exemplares será porventura o Cedro-do-mato [Juniperus Brevifolia].
Protegida por legislação Comunitária e Nacional resta-nos apreciar, conservar e deixar às gerações vindouras este belo tesouro da ilha Terceira.
domingo, abril 04, 2010
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