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quinta-feira, fevereiro 17, 2011

Uma Aventura em Angra do Heroísmo - 2ª Temporada - Parte 1




Praça Velha, Angra do Heroísmo, 16 de Fevereiro de 2011


O município de Angra do Heroísmo, não querendo ficar com parecença ao do Porto, apenas por o actual edifício da Câmara ser uma réplica do edifício dos antigos Passos do Concelho do Porto, resolveu também alterar a Praça à sua frente.
Querem transformar a Praça Velha, em nova, mas o que se vê nesta fotografia, é que a outrora lindíssima Praça Velha é hoje uma Praça Destruída.
As árvores são sempre as primeiras a irem...

quarta-feira, setembro 09, 2009

Green Bull Air Race - corrida de aviões de papel reciclado - sábado dia 12 Setembro





Que fazem no Sábado?

Que tal uma corrida de aviões de papel reciclado!?

Apareçam na Casa da Horta às 15h para construírem os vossos aviões e participarem na corrida às 16h! Haverá prémios simbólicos para os grandes vencedores!!!!

Será que o teu avião vai ser o que voa durante mais tempo?
Ou o que voa mais longe?

GreenBull
12 de Setembro, sábado

R. São Francisco
15h --> workshop construção aviões de papel reciclado

16h --> corrida de aviões de papel reciclado

MANIFESTO GREENBULL:
Hoje em dia tudo parece girar à volta de ser o mais ambientalmente correcto.
Abrimos os jornais, assistimos telejornais e programas de TV e são cada vez mais as notícias sobre novos automóveis híbridos com redução de C02, programas de reflorestação...

E o que fazem grandes empresas?
Organizam corridas de aviões que emitem X C02 por km.

E o que fazem as câmaras municipais?
Apoiam!!

E o que fazemos nós?
Vamos alugar salas para ver e divertirmos-nos, vamos criar filas de trânsito para lá chegar, vamos de Lisboa (ou até voar desde Nova Iorque) para o Porto porque o ESPECTÁCULO compensa!!! Vamos empurrar-nos e acotovelar-nos uns aos outros, competir pelo lugar melhor, vamos acordar cedo e guardar lugar, vamos pagar bem caro para ver de perto, vamos fazer dinheiro e vender cerveja, vamos deixar a criança subir para cima do telhado, vamos sair mais cedo do trabalho.. Melhor: não vamos trabalhar!!!
Qual S.João qual quê!!!! Passemos a festejar o S. Red Bull!

No final:
C02 emitido pelos aviões, C02 emitido pelos automóveis que transportaram a maioria das pessoas ao local, lixo nas ruas, toneladas de restos de publicidade....

Ligamos a televisão e volta o paleio do costume:
desenvolvimento sustentável, redução de C02, energias renováveis, blá blá blá...

E tu, o que vais fazer?


Nota: este texto deve ser lido com sentido de humor! Com este evento pretende-se chamar a atenção para o facto da nossa sociedade ser cada vez mais uma sociedade do espectáculo em que os valores que tanto reclama são por vezes esquecidos.

Casa da Horta, Associação Cultural
http://greenbullrace.blogspot.com/

quarta-feira, julho 16, 2008

O óleo que deita fora pode ser mais perigoso do que imagina


Talvez não saiba, mas o óleo alimentar que já não serve para si pode ainda ajudar muita gente. Em vez de o deitar fora, entregue-o nos restaurantes aderentes para que este seja recolhido. Além de diminuir a poluição do planeta, cada litro de óleo será transformado num donativo para ajudar a AMI na luta contra a exclusão social. Dê, vai ver que não dói nada.



Para participar neste projecto da AMI:
- Junte o óleo alimentar que usa na sua cozinha numa garrafa de plástico e entregue-a quando estiver cheia num dos restaurantes aderentes. Os restaurantes estão identificados e a lista completa está disponível em www.ami.org.pt;
- Afixe cartazes no comércio da sua localidade e distribua folhetos nas caixas de correio. Solicite materiais, enviando um e-mail para reciclagem@ami.org.pt;


  • Divulgue esta informação no seu site ou blog;
  • Encaminhe este e-mail para a sua lista de contactos.


Press release:
Pela primeira vez, vai passar a existir em Portugal, uma resposta de âmbito nacional para o destino dos óleos alimentares usados. A partir de dia 15 de Julho, a AMI lança ao público este projecto que conta já com a participação de milhares de restaurantes, hotéis, cantinas, escolas, Juntas de Freguesia e Câmaras Municipais.
A AMI dá com este projecto continuidade à sua aposta no sector do ambiente, como forma de actuar preventivamente sobre a degradação ambiental e sobre as alterações climáticas, responsáveis pelo aumento das catástrofes humanitárias e pela morte de 13 milhões de pessoas em todo o mundo, de acordo com a Organização Mundial de Saúde.
Os cidadãos que queiram entregar os óleos alimentares usados, poderão fazê-lo a partir de agora. Para tal, poderão fazer a entrega numa garrafa fechada, dirigindo-se a um dos restaurantes aderentes, que se encontram identificados e cuja listagem poderá ser consultada no site www.ami.org.pt.
Os estabelecimentos que pretendam aderir, recebendo recipientes próprios para a deposição dos óleos alimentares usados, deverão telefonar gratuitamente para o número 800 299 300.
Este novo projecto ambiental da AMI permitirá evitar a contaminação das águas residuais, que acontece quando o resíduo é despejado na rede pública de esgotos, e a deposição do óleo em aterro. Os óleos alimentares usados poderão assim ser transformados em biodiesel, fornecendo uma alternativa ecológica aos combustíveis fósseis, e contribuindo desta forma para reduzir as emissões de Gases de Efeito de Estufa (GEE). Ao contrário do que por vezes acontece com o biodiesel de produção agrícola, esta forma de produção não implica a desflorestação nem a afectação de terrenos, nem concorre com o mercado da alimentação.
São produzidos todos os anos em Portugal, 120 milhões de litros de óleos alimentares usados, quantidade suficiente para fabricar 170 milhões de litros de biodiesel. Este valor corresponde ao gasóleo produzido com 60 milhões de litros de petróleo, ou seja, o equivalente a cerca de 0,5% do total das importações anuais portuguesas deste combustível fóssil. A AMI dá assim a sua contribuição para favorecer a independência energética do país, conseguindo atingir este objectivo de forma sustentável e com uma visão de longo prazo, não comprometendo outros recursos igualmente fundamentais para o desenvolvimento da sociedade e para o bem-estar da população.
Segundo a União Europeia, o futuro do sector energético deverá passar pela redução de 20% das emissões de GEE até 2020, assim como por uma meta de 20% para a utilização de energias renováveis. Refere ainda uma aposta clara na utilização dos biocombustíveis, que deverão representar no mínimo 10% dos combustíveis utilizados.
A UE determina ainda que os Estados-Membros deverão assegurar a incorporação de 5,75% de biocombustíveis em toda a gasolina e gasóleo utilizados nos transportes até final de 2010 e o Governo anunciou, em Janeiro de 2007, uma meta de 10% de incorporação de biocombustíveis na gasolina e gasóleo, para 2010.
As receitas angariadas pela AMI com a valorização dos óleos alimentares usados serão aplicadas no financiamento das Equipas de Rua que fazem acompanhamento social e psicológico aos sem-abrigo, visando a melhoria da sua qualidade de vida.

Fundação AMI
Rua José do Patrocínio, 49 | 1949-008 Lisboa | Tel. 218 362 100 | Fax 218 362 199
E-Mail: reciclagem@ami.org.pt | Internet: www.ami.org.pt

domingo, maio 25, 2008

5 de Junho - Dia Mundial do Ambiente


A 5 de Junho comemora-se o Dia Mundial do Ambiente. Este ano o slogan é «kick the habit! Low carbon economy!».
Sendo, a “protecção e promoção de um desenvolvimento sustentável”, o 10º princípio orientador do Comércio Justo, é altura de falarmos um pouco daquilo que as alterações do clima estão a fazer ao planeta e na forma como o Comércio Justo contribui, verdadeiramente, para a sustentabilidade do planeta.
Tem-se falado muito nos “biocombustíveis”. Aquilo que, à partida, parecia ser uma boa ideia (adoptar outras formas de combustível, mais ecológicas, sem emissão de GEE (Gases de Efeito de Estufa), vai (a continuar o ritmo), provocar a fome a biliões de pessoas e, consequentemente, aumentar o número de refugiados que deixarão as suas casas, não por causa de uma guerra ou de um qualquer regime totalitário, mas por não terem que comer. Como é que se passa para aqui? Como é que uma boa ideia, vira uma coisa horrenda? Tal acontece por causa da lógica de mercado que temos. De repente, começa-se a falar em “biocombustíveis”, não porque se tenha ganho consciência política, cívica, social ou ambiental, mas porque se viu a hipótese de mais um negócio. O “velho” lucro! Por isso é que o Comércio Justo, ao colocar as pessoas e o ambiente acima do lucro, está a contribuir para que as coisas sejam diferentes. No passado, o Comércio Justo já se recusou a produzir certos alimentos, que estavam a ter um procura elevadíssima, porque o mercado internacional estava a produzir de tal maneira, que os solos já não aguentavam mais produção. Assim, o Comércio Justo, ao invés de pensar no seu próprio lucro, decidiu não o fazer. Já diziam os “índios” que a terra é nossa irmã. E é isso mesmo. A espécie humana não pode usufruir dos recursos como se estes lhes pertencessem de pleno direito.
Por isso, o Comércio Justo não só quer mudar a consciência do consumidor final, apelando a um consumo responsável, mas desde o princípio que tem outro tipo de preocupações que visam, também, a protecção do ambiente e a sustentabilidade do planeta. Tenta construir, diariamente, um mundo melhor.

Guilherme Rietsch Monteiro