J.J.Galvão/ Rufi
Ai saudade
Que me desespera
Ansiedade
No meu peito mora
Ai saudade
Sentida e sincera
Diz-me se ainda é verdade
Que pensas em mim
Quem me dera
Não ter a lembrança
Desses tempos
De tanta esperança
Primavera
Com pena suspensa
Diz-me que às vezes ainda
Te lembras de mim
Tenho um encontro marcado
Dentro do meu coração
Talvez me tenha esquecido
Que ele tem sempre razão
Tenho um tesouro escondido
Dentro do meu coração
Tenho lá escrito este fado
Quer eu queira, quer não
Ai saudade
Daquela viela
Na cidade
Da velha aguarela
Ai saudade
Guitarra e viola
Diz-me se ainda é verdade
Que gostas de mim
Quem me dera
Poder ser criança
E sem medo
Cumprir a sentença
Primavera
Da eterna mudança
Diz-me que às vezes ainda
Te lembras de mim
Tenho um encontro marcado
Dentro do meu coração
Talvez me tenha esquecido
Que ele tem sempre razão
Tenho um tesouro escondido
Dentro do meu coração
Tenho lá escrito este fado
Quer eu queira, quer não
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segunda-feira, setembro 08, 2008
A minha circunstância
J.J.Galvão/ Rufi
É a minha circunstância
Ser a voz da solidão
Um minuto de silêncio
Ao meu pobre coração
Não lhe digas mais que não
Devagar se vai ao longe
À procura de uma estrela
Devagar que é p'ra hoje
Amanhã a vida é bela
Não me digas mais que não
Deixa-me ser pobre
Deixa-me ser como sou
Deixa-me ser livre
De escolher com quem eu vou
Boa noite meus senhores
Prestem todos atenção
É pesada a penitência
Do meu pobre coração
Não lhe digas mais que não
Deixa-me ser pobre
Deixa-me ser como sou
Deixa-me ser livre
De escolher com quem eu vou
Deixa-me ser pobre
Mas ser nobre no meu pobre coração
Não me digas mais que não, não, não, não
Não me digas mais que não
Não me digas mais que não, não, não, não
Não me digas mais
Não me faças mais promessas
Dessas cheias de ilusão
Não lhe vendas mais quimeras
Ao meu pobre coração
Não me digas mais que não
Deixa-me ser pobre
Deixa-me ser como sou
Deixa-me ser livre
De escolher com quem eu vou
Deixa-me ser pobre
Mas ser nobre no meu pobre coração
É a minha circunstância
Ser a voz da solidão
Um minuto de silêncio
Ao meu pobre coração
Não lhe digas mais que não
Devagar se vai ao longe
À procura de uma estrela
Devagar que é p'ra hoje
Amanhã a vida é bela
Não me digas mais que não
Deixa-me ser pobre
Deixa-me ser como sou
Deixa-me ser livre
De escolher com quem eu vou
Boa noite meus senhores
Prestem todos atenção
É pesada a penitência
Do meu pobre coração
Não lhe digas mais que não
Deixa-me ser pobre
Deixa-me ser como sou
Deixa-me ser livre
De escolher com quem eu vou
Deixa-me ser pobre
Mas ser nobre no meu pobre coração
Não me digas mais que não, não, não, não
Não me digas mais que não
Não me digas mais que não, não, não, não
Não me digas mais
Não me faças mais promessas
Dessas cheias de ilusão
Não lhe vendas mais quimeras
Ao meu pobre coração
Não me digas mais que não
Deixa-me ser pobre
Deixa-me ser como sou
Deixa-me ser livre
De escolher com quem eu vou
Deixa-me ser pobre
Mas ser nobre no meu pobre coração
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