Não sendo nem de longe nem de perto simpatizante do PSD, reconhecia mérito a Marques Mendes pela limpeza de balneário efectuada com Isaltino, Valentim e recentemente Carmona. No entanto, esta grande coragem de um homem pequeno foi esmagada ao ridículo na Madeira, tendo-se Marques Mendes curvado perante Jardim, tornando-se ainda mais pequeno do que já é. Quando cheira a votos, tudo conta para Marques Mendes. Que ser tão baixo!!
segunda-feira, julho 30, 2007
O pequenino Marques Mendes
Não sendo nem de longe nem de perto simpatizante do PSD, reconhecia mérito a Marques Mendes pela limpeza de balneário efectuada com Isaltino, Valentim e recentemente Carmona. No entanto, esta grande coragem de um homem pequeno foi esmagada ao ridículo na Madeira, tendo-se Marques Mendes curvado perante Jardim, tornando-se ainda mais pequeno do que já é. Quando cheira a votos, tudo conta para Marques Mendes. Que ser tão baixo!!
Não sendo nem de longe nem de perto simpatizante do PSD, reconhecia mérito a Marques Mendes pela limpeza de balneário efectuada com Isaltino, Valentim e recentemente Carmona. No entanto, esta grande coragem de um homem pequeno foi esmagada ao ridículo na Madeira, tendo-se Marques Mendes curvado perante Jardim, tornando-se ainda mais pequeno do que já é. Quando cheira a votos, tudo conta para Marques Mendes. Que ser tão baixo!!
segunda-feira, julho 23, 2007
Fragilidade
Mafalda Veiga in Nada se repete
Talvez pudesse o tempo parar
Quando tudo em nós se precipita
Quando a vida nos desgarra os sentidos
E não espera, ai quem dera
Houvesse um canto para se ficar
Longe da guerra feroz que nos domina
Se o amor fosse como um lugar a salvo
Sem medos, sem fragilidade
Tão bom pudesse o tempo parar
E voltar-se a preencher o vazio
É tão duro aprender que na vida
Nada se repete, nada se promete
E é tudo tão fugaz e tão breve
Tão bom pudesse o tempo parar
E encharcar-me de azul e de longe
Acalmar a raiva aflita da vertigem
Sentir o teu braço e poder ficar
E é tudo tão fugaz e tão breve
Como os reflexos da lua no rio
Tudo aquilo que se agarra e já fugiu
É tudo tão fugaz e tão breve
Mafalda Veiga in Nada se repete
Talvez pudesse o tempo parar
Quando tudo em nós se precipita
Quando a vida nos desgarra os sentidos
E não espera, ai quem dera
Houvesse um canto para se ficar
Longe da guerra feroz que nos domina
Se o amor fosse como um lugar a salvo
Sem medos, sem fragilidade
Tão bom pudesse o tempo parar
E voltar-se a preencher o vazio
É tão duro aprender que na vida
Nada se repete, nada se promete
E é tudo tão fugaz e tão breve
Tão bom pudesse o tempo parar
E encharcar-me de azul e de longe
Acalmar a raiva aflita da vertigem
Sentir o teu braço e poder ficar
E é tudo tão fugaz e tão breve
Como os reflexos da lua no rio
Tudo aquilo que se agarra e já fugiu
É tudo tão fugaz e tão breve
quinta-feira, julho 12, 2007
+ 1 Comboio
Letra: Jorge Palma
Música: Flak
in: Espanta Espíritos
Vejo tanto olhar encafuado
Em automóveis bestiais
Casos graves de bem estar,
Por mais que tenham, nunca têm a mais.
Aleijados do conforto,
Refugiados na t.v.,
O pior não é estar triste,
O pior é não saber porquê.
Há o entretenimento
Há o remoto control
Há-de haver mais um comboio
Para o centro comercial
Nesta altura ninguém faz greve,
Embora muitos tentem adormecer
Alguns vão derretendo a neve
Nas colheres a ferver.
Nas entradas do metro, o frio
É combatido com papel de jornal
Útil informação para os que estão na frente,
Cegos pelas luzes do Natal.
Letra: Jorge Palma
Música: Flak
in: Espanta Espíritos
Vejo tanto olhar encafuado
Em automóveis bestiais
Casos graves de bem estar,
Por mais que tenham, nunca têm a mais.
Aleijados do conforto,
Refugiados na t.v.,
O pior não é estar triste,
O pior é não saber porquê.
Há o entretenimento
Há o remoto control
Há-de haver mais um comboio
Para o centro comercial
Nesta altura ninguém faz greve,
Embora muitos tentem adormecer
Alguns vão derretendo a neve
Nas colheres a ferver.
Nas entradas do metro, o frio
É combatido com papel de jornal
Útil informação para os que estão na frente,
Cegos pelas luzes do Natal.
segunda-feira, julho 09, 2007
A culpa é da vontade
Letra e música:António Variações
A culpa não, não é do Sol
Se o meu corpo se queimar
A culpa não, não é do Sol
Se o meu corpo se queimar
A culpa é da vontade
Que eu tenho de te abraçar
A culpa não, não é da praia
Se o meu corpo se ferir
A culpa não, não é da praia
Se o meu corpo se ferir
A culpa é da vontade
Que tenho de te sentir
A culpa é da vontade
Que vive dentro de mim
E só morre com a idade
Com a idade do meu fim
A culpa é da vontade
A culpa não, não é do mar
Se o meu olhar se perder
A culpa não, não é do mar
Se o meu olhar se perder
A culpa é da vontade
Que eu tenho de te ver
A culpa não, não é do vento
Se a minha voz se calar
A culpa não, não é do vento
Se a minha voz se calar
A culpa é do lamento
Que sufoca o meu cantar
A culpa é da vontade
Que vive dentro de mim
E só morre com a idade
Com a idade do meu fim
A culpa é da vontade
Letra e música:António Variações
A culpa não, não é do Sol
Se o meu corpo se queimar
A culpa não, não é do Sol
Se o meu corpo se queimar
A culpa é da vontade
Que eu tenho de te abraçar
A culpa não, não é da praia
Se o meu corpo se ferir
A culpa não, não é da praia
Se o meu corpo se ferir
A culpa é da vontade
Que tenho de te sentir
A culpa é da vontade
Que vive dentro de mim
E só morre com a idade
Com a idade do meu fim
A culpa é da vontade
A culpa não, não é do mar
Se o meu olhar se perder
A culpa não, não é do mar
Se o meu olhar se perder
A culpa é da vontade
Que eu tenho de te ver
A culpa não, não é do vento
Se a minha voz se calar
A culpa não, não é do vento
Se a minha voz se calar
A culpa é do lamento
Que sufoca o meu cantar
A culpa é da vontade
Que vive dentro de mim
E só morre com a idade
Com a idade do meu fim
A culpa é da vontade
sábado, maio 12, 2007
Comércio?!!!
Em dia mundial do Comércio Justo, eis notícias de um "comércio" inqualificável...
À entrada de um supermercado
PSP impediu venda de bebé em Vila Franca de Xira
12.05.2007 - 11h45 Lusa
A PSP identificou ontem nove pessoas envolvidas na venda de um bebé de quatro meses às portas de um supermercado de Vila Franca de Xira, entre elas a mãe da criança.
A notícia, divulgada na edição de hoje do "Jornal de Notícias", já foi confirmada pelo comando da PSP de Lisboa.
Fonte da PSP confirmou à agência Lusa que foram identificadas nove pessoas e que o grupo não chegou a vender o bebé.
A criança foi internada para observação num hospital em Vila Franca de Xira e a situação foi comunicada ao Tribunal de Família e Menores.
Segundo o JN, os elementos do grupo que tentava vender o bebé foram presentes ao Ministério Público, tendo sido constituídos arguidos e logo depois libertados.
Em dia mundial do Comércio Justo, eis notícias de um "comércio" inqualificável...
À entrada de um supermercado
PSP impediu venda de bebé em Vila Franca de Xira
12.05.2007 - 11h45 Lusa
A PSP identificou ontem nove pessoas envolvidas na venda de um bebé de quatro meses às portas de um supermercado de Vila Franca de Xira, entre elas a mãe da criança.
A notícia, divulgada na edição de hoje do "Jornal de Notícias", já foi confirmada pelo comando da PSP de Lisboa.
Fonte da PSP confirmou à agência Lusa que foram identificadas nove pessoas e que o grupo não chegou a vender o bebé.
A criança foi internada para observação num hospital em Vila Franca de Xira e a situação foi comunicada ao Tribunal de Família e Menores.
Segundo o JN, os elementos do grupo que tentava vender o bebé foram presentes ao Ministério Público, tendo sido constituídos arguidos e logo depois libertados.
terça-feira, abril 17, 2007
domingo, abril 15, 2007
DINIS DOS BOTÕES
Letra: José Guedes
Música: Telmo Marques
in: Coisas Simples de Luís Portugal
Esses teus olhos verde-benetton
Oh! minha paixão vermelho-ferrari
O meu coração palpita ton-sur-ton
Ao ver-te sorrir colgate anticárie
As tuas pernas-dim, que sedução
cobiço esse teu sexo slogi, sim
ao teu triumoh(al) peito deito a mão
mas levo um estalo e ainda te ris de mim
Chamo-me Dinis, sou o rei dos botões
só as etiquetas me dão sensações
deixa ver a marca da minha emoção
não digas que não.
Desejo esses teus lábios-cibelle
os teus delicados pulsos-cartier
o cheiro do teu corpinho-chanel
os teus bonitos ombros-gaultier.
Letra: José Guedes
Música: Telmo Marques
in: Coisas Simples de Luís Portugal
Esses teus olhos verde-benetton
Oh! minha paixão vermelho-ferrari
O meu coração palpita ton-sur-ton
Ao ver-te sorrir colgate anticárie
As tuas pernas-dim, que sedução
cobiço esse teu sexo slogi, sim
ao teu triumoh(al) peito deito a mão
mas levo um estalo e ainda te ris de mim
Chamo-me Dinis, sou o rei dos botões
só as etiquetas me dão sensações
deixa ver a marca da minha emoção
não digas que não.
Desejo esses teus lábios-cibelle
os teus delicados pulsos-cartier
o cheiro do teu corpinho-chanel
os teus bonitos ombros-gaultier.
quinta-feira, abril 05, 2007
Parabéns! Parabéns! Parabéns! Parabéns!
Os Gato Fedorento são neste momento um fenómeno de popularidade.
Para mim ganharam hoje a designação de ídolos!
Já gostava deles na SIC Radical, mas agora na RTP com o Diz que é uma espécie de magazine, com rábulas semanais sobre a situação nacional eles estão muito à frente. Para além de terem piada, são extremamente cultos e isso faz toda a diferença!
Depois de terem ajudado Portugal a entrar para o século XXI com esta rábula:
eis que uma semana depois do PNR (Partido Nacional Renovador) ter editado um cartaz xenófobo no Marquês do Pombal, em Lisboa, os Gato Fedorento responderam colocando um cartaz em tudo idêntico, onde se lê "Mais imigração" afirmando que "Nacionalismo é parvoíce".

Ver em grande
Nas próximas eleições voto: Gato Fedorento!
Os Gato Fedorento são neste momento um fenómeno de popularidade.
Para mim ganharam hoje a designação de ídolos!
Já gostava deles na SIC Radical, mas agora na RTP com o Diz que é uma espécie de magazine, com rábulas semanais sobre a situação nacional eles estão muito à frente. Para além de terem piada, são extremamente cultos e isso faz toda a diferença!
Depois de terem ajudado Portugal a entrar para o século XXI com esta rábula:
eis que uma semana depois do PNR (Partido Nacional Renovador) ter editado um cartaz xenófobo no Marquês do Pombal, em Lisboa, os Gato Fedorento responderam colocando um cartaz em tudo idêntico, onde se lê "Mais imigração" afirmando que "Nacionalismo é parvoíce".
Ver em grande
Nas próximas eleições voto: Gato Fedorento!
quarta-feira, abril 04, 2007
Fantasmas...
Hoje senti-me de novo criança, quando num momento de fraqueza (ou terá sido precisamente o contrário disso?), saltei para a cama onde o meu pai estava deitado e juntamente com a minha irmã lhe demos um abraço enquanto corriam lágrimas pelos olhos dos 3. Desta vez, o abraço e as lágrimas, não se deveram aos medos de fantasmas nem meus, nem da minha irmã, mas aos fantasmas que o meu pai vai criando por tudo para ele estar indefinido neste momento, e o que vai ganhando definição para lá do lençol branco dos fantasmas, ser ainda mais assustador que o próprio fantasma.
Por isso, soube-me muito bem aquele abraço e sentir-me de novo criança.
Soube-me bem dizer-lhe que o amo e ser retribuído, soube-me bem ainda ter tempo para lhe dizer isso, soube-me bem ele precisar de mim, soube-me bem estar aqui para o ajudar.
Amo-te e não existem fantasmas que nos metam medo! Somos fortes e também aqui a união faz a força!
Hoje senti-me de novo criança, quando num momento de fraqueza (ou terá sido precisamente o contrário disso?), saltei para a cama onde o meu pai estava deitado e juntamente com a minha irmã lhe demos um abraço enquanto corriam lágrimas pelos olhos dos 3. Desta vez, o abraço e as lágrimas, não se deveram aos medos de fantasmas nem meus, nem da minha irmã, mas aos fantasmas que o meu pai vai criando por tudo para ele estar indefinido neste momento, e o que vai ganhando definição para lá do lençol branco dos fantasmas, ser ainda mais assustador que o próprio fantasma.
Por isso, soube-me muito bem aquele abraço e sentir-me de novo criança.
Soube-me bem dizer-lhe que o amo e ser retribuído, soube-me bem ainda ter tempo para lhe dizer isso, soube-me bem ele precisar de mim, soube-me bem estar aqui para o ajudar.
Amo-te e não existem fantasmas que nos metam medo! Somos fortes e também aqui a união faz a força!
domingo, abril 01, 2007
Dia 1 de Abril
Dia das mentiras...
Para uns há, que este dia se multiplica pelos outros dias do ano.
"Como é que gente que diz ser tão socialista, desiste de fazer o socialismo? Équerer fazer arroz de cabidela, sem frango, nem arroz, nem a panela. É por isso que eu vos digo, que a gente tem é que estar unida. Unida com as umas estão no cacho". Pois, "quando o pão que comes sabe a merda, o que faz falta?" "Até quando você vai ficando levando, porrada? Até quando vai ficar sem fazer nada? Até quando você vai levando porrada? Até quando vai ser saco de pancada?"
REVOLTA-TE!
Para este post "contei com a colaboração" de Sérgio Godinho, Zeca Afonso e Gabriel o Pensador
terça-feira, agosto 29, 2006
Nova loja de Comércio Justo no Porto
Benvindos ao Império das coisas parecidas
NÃO! Não tem que ser assim, porque...
novas Babilónias erguem-se do pó
Pois é! Dia 16 de Setembro, pelas 11h na R. de Cedofeita, 282 no Porto ergue-se-á uma nova Babilónia.
Uma Babilónia onde as pessoas são mais importantes que o lucro, onde há respeito pelo meio ambiente, onde não existe exploração da mulher nem da criança, onde se paga um preço justo a quem produz...
Sei que não vais querer estar noutro sítio a essa hora, por isso até lá!
Informações: info@reviravolta.comercio-justo.org
Fotos sobre as obras da loja em Site Reviravolta
Nota: As citações a itálico no início são excerto da canção Novas Babilónias dos Clã e que transcrevo na íntegra de seguida
Novas Babilónias
Letra: Carlos Tê
Música: Hélder Gonçalves
Neste tempo de sucessos
de quedas e ascensões
para o topo dos topos
para o gelo dos copos
para a vala das gerações
novos Bogarts em velhas gabardines
novas Madonnas em velhas Marilyns
crestam lendas nos magazines
ao ritmo das ilusões
novas Babilónias erguem-se do pó
e lê-se tudo em diagonal
e tudo chega a horas a Portugal
o comboio está agarrado
por fim o tempo está mesmo ao lado
já chegou o Desejado
e o sonho está normalizado
na suave proporção
de um x elevado a um cifrão
novas Babilónias erguem-se do pó
tudo é novo e velho num vaivém de espuma
tudo se refunde no brilho da bruma
e vós combatentes de guerras idas
contentes lambendo as mãos do rei Midas
Joanas, Joões de arcas perdidas
saltadores de fogueiras já ardidas
cinzas de cinzas de cinzas
benvindos ao Império das coisas parecidas
novas Babilónias erguem-se do pó
Benvindos ao Império das coisas parecidas
NÃO! Não tem que ser assim, porque...
novas Babilónias erguem-se do pó
Pois é! Dia 16 de Setembro, pelas 11h na R. de Cedofeita, 282 no Porto ergue-se-á uma nova Babilónia.
Uma Babilónia onde as pessoas são mais importantes que o lucro, onde há respeito pelo meio ambiente, onde não existe exploração da mulher nem da criança, onde se paga um preço justo a quem produz...
Sei que não vais querer estar noutro sítio a essa hora, por isso até lá!
Informações: info@reviravolta.comercio-justo.org
Fotos sobre as obras da loja em Site Reviravolta
Nota: As citações a itálico no início são excerto da canção Novas Babilónias dos Clã e que transcrevo na íntegra de seguida
Novas Babilónias
Letra: Carlos Tê
Música: Hélder Gonçalves
Neste tempo de sucessos
de quedas e ascensões
para o topo dos topos
para o gelo dos copos
para a vala das gerações
novos Bogarts em velhas gabardines
novas Madonnas em velhas Marilyns
crestam lendas nos magazines
ao ritmo das ilusões
novas Babilónias erguem-se do pó
e lê-se tudo em diagonal
e tudo chega a horas a Portugal
o comboio está agarrado
por fim o tempo está mesmo ao lado
já chegou o Desejado
e o sonho está normalizado
na suave proporção
de um x elevado a um cifrão
novas Babilónias erguem-se do pó
tudo é novo e velho num vaivém de espuma
tudo se refunde no brilho da bruma
e vós combatentes de guerras idas
contentes lambendo as mãos do rei Midas
Joanas, Joões de arcas perdidas
saltadores de fogueiras já ardidas
cinzas de cinzas de cinzas
benvindos ao Império das coisas parecidas
novas Babilónias erguem-se do pó
segunda-feira, agosto 21, 2006
Brisa de Mudança
Irlanda 1920:
Um grupo de irlandeses forma uma guerrilha armada enfrentando a ocupação inglesa e lutando pela independência irlandesa. Damien, um jovem promissor médico, que se preparava para abandonar o país para ir trabalhar para um hospital de Londres, hesita em juntar-se ao seu irmão Teddy na guerrilha por não acreditar que esta tenha força humana e material para derrobar os ingleses. Mas, justo quando ía apanhar o comboio para sair da cidade assiste a uma cena de violência na estação de comboios provocada pela arrogância inglesa e acaba também ele por se juntar à guerrilha.
A luta pela liberdade que então começa, leva os ingleses a assinar um acordo de paz para evitar mais derramamento de sangue. Só que o acordo não é bem aquilo que os guerrilheiros desejavam no início, dado que não lhes dava a independência da coroa britânica. Entre eles surgem sisões dando-se assim origem a uma guerra civil que acabará por colocar Damien contra Teddy.
Um filme a não perder!
Salas e horários em: ver cartaz
Irlanda 1920:
Um grupo de irlandeses forma uma guerrilha armada enfrentando a ocupação inglesa e lutando pela independência irlandesa. Damien, um jovem promissor médico, que se preparava para abandonar o país para ir trabalhar para um hospital de Londres, hesita em juntar-se ao seu irmão Teddy na guerrilha por não acreditar que esta tenha força humana e material para derrobar os ingleses. Mas, justo quando ía apanhar o comboio para sair da cidade assiste a uma cena de violência na estação de comboios provocada pela arrogância inglesa e acaba também ele por se juntar à guerrilha.
A luta pela liberdade que então começa, leva os ingleses a assinar um acordo de paz para evitar mais derramamento de sangue. Só que o acordo não é bem aquilo que os guerrilheiros desejavam no início, dado que não lhes dava a independência da coroa britânica. Entre eles surgem sisões dando-se assim origem a uma guerra civil que acabará por colocar Damien contra Teddy.
Um filme a não perder!
Salas e horários em: ver cartaz
domingo, agosto 20, 2006
Os Eunucos
José Afonso
Os eunucos devoram-se a si mesmos
não mudam de uniforme, são venais
e quando os mais são feitos em torresmos
defendem os tiranos contra os pais
Em tudo são verdugos mais ou menos
no jardim dos harens os principais
e quando os mais são feitos em torresmos
não matam os tiranos pedem mais
Suportam toda a dor na calmaria
da olímpica visão dos samurais
havia um dono a mais na satrapia
mas foi lançado à cova dos chacais
Em vénias malabares à luz do dia
lambuzam de saliva os maioriais
e quando os mais são feitos em fatias
não matam os tiranos pedem mais
José Afonso
Os eunucos devoram-se a si mesmos
não mudam de uniforme, são venais
e quando os mais são feitos em torresmos
defendem os tiranos contra os pais
Em tudo são verdugos mais ou menos
no jardim dos harens os principais
e quando os mais são feitos em torresmos
não matam os tiranos pedem mais
Suportam toda a dor na calmaria
da olímpica visão dos samurais
havia um dono a mais na satrapia
mas foi lançado à cova dos chacais
Em vénias malabares à luz do dia
lambuzam de saliva os maioriais
e quando os mais são feitos em fatias
não matam os tiranos pedem mais
domingo, outubro 05, 2003
Petição Pró-descriminalização do Aborto Lançada Ontem
Sábado, 04 de Outubro de 2003
"Concorda que seja descriminalizado o aborto realizado nas primeiras dez semanas de gravidez, com consentimento da mulher, em estabelecimento legal de saúde?" Esta é a pergunta que está incluída na petição, para que seja feito um novo referendo à descriminalização do aborto, que ontem foi lançada para a recolha de assinaturas e que posteriormente será entregue no Parlamento.
A petição é promovida por personalidades como o sexólogo Júlio Machado Vaz, a deputada socialista e ex-ministra Elisa Ferreira, o dirigente da intersindical CGTP, Ulisses Garrido, e o presidente da AMI (Assistência Médica Internacional), Fernando Nobre.
O conteúdo da petição, ou seja, os contornos exactos da pergunta a propor à Assembleia para que seja adoptada em referendo nacional foram negociados durante cerca de um ano e recebem o apoio de partidos políticos, organizações civis e de grupos de cidadãos que são favoráveis à descriminalização. De acordo com as informações recolhidas pelo PÚBLICO foi tido em conta o facto de a pergunta a incluir no referendo não poder oferecer dúvidas de constitucionalidade, já que se for chumbada pelo Tribunal Constitucional invalida a iniciativa de petição popular.
Na elaboração da pergunta as palavras que mais tempo levaram a receber o consenso de todos os apoiantes foram "aborto", "descriminalização" e o limite de dez e não doze semanas de gravidez.
O referendo por iniciativa de um grupo de cidadãos está prevista na Constituição, sendo regulamentado por lei própria. São necessárias 70 mil assinaturas para a realização do referendo.
Para contribuíres dirige-te às sedes do Bloco de Esquerda. Apenas precisas de preencher o teu nome completo e assinares conforme o bilhete de identidade.
No Porto podes passar por:
Rua da Torrinha, 151
Contamos contigo!
Sábado, 04 de Outubro de 2003
"Concorda que seja descriminalizado o aborto realizado nas primeiras dez semanas de gravidez, com consentimento da mulher, em estabelecimento legal de saúde?" Esta é a pergunta que está incluída na petição, para que seja feito um novo referendo à descriminalização do aborto, que ontem foi lançada para a recolha de assinaturas e que posteriormente será entregue no Parlamento.
A petição é promovida por personalidades como o sexólogo Júlio Machado Vaz, a deputada socialista e ex-ministra Elisa Ferreira, o dirigente da intersindical CGTP, Ulisses Garrido, e o presidente da AMI (Assistência Médica Internacional), Fernando Nobre.
O conteúdo da petição, ou seja, os contornos exactos da pergunta a propor à Assembleia para que seja adoptada em referendo nacional foram negociados durante cerca de um ano e recebem o apoio de partidos políticos, organizações civis e de grupos de cidadãos que são favoráveis à descriminalização. De acordo com as informações recolhidas pelo PÚBLICO foi tido em conta o facto de a pergunta a incluir no referendo não poder oferecer dúvidas de constitucionalidade, já que se for chumbada pelo Tribunal Constitucional invalida a iniciativa de petição popular.
Na elaboração da pergunta as palavras que mais tempo levaram a receber o consenso de todos os apoiantes foram "aborto", "descriminalização" e o limite de dez e não doze semanas de gravidez.
O referendo por iniciativa de um grupo de cidadãos está prevista na Constituição, sendo regulamentado por lei própria. São necessárias 70 mil assinaturas para a realização do referendo.
Para contribuíres dirige-te às sedes do Bloco de Esquerda. Apenas precisas de preencher o teu nome completo e assinares conforme o bilhete de identidade.
No Porto podes passar por:
Rua da Torrinha, 151
Contamos contigo!
quinta-feira, setembro 25, 2003
Os Clã fizeram uma brilhante banda sonora do filme "Nosferatu" de Murnau que apresentaram já no Rivoli, Santa Maria da Feira, Covilhã, Torres Vedras e recentemente em Lisboa.
A banda pretende agora editar o seu trabalho juntamente com o filme em DVD. Para tal precisam de autorização do Instituto Murnau, sendo já certo que a EMI-VC mostrou interesse em editar.
Nesse sentido convido-te a assinar a petição que se encontra em:
http://www.petitiononline.com/cla2409/petition.html
A banda pretende agora editar o seu trabalho juntamente com o filme em DVD. Para tal precisam de autorização do Instituto Murnau, sendo já certo que a EMI-VC mostrou interesse em editar.
Nesse sentido convido-te a assinar a petição que se encontra em:
http://www.petitiononline.com/cla2409/petition.html
sábado, agosto 02, 2003
Nós não queremos...
por Nuno Milagre, publicado no boletim do PSR do XX Acampamento Internacional de Jovens Revolucionári@s
Nós não queremos votar por sms nos concursos de tv, queremos verdade e justiça!
Nós não queremos mais produtos light, queremos água potável e medicamentos para tod@s!
Nós não queremos jogos virtuaus, queremos espaços de lazer e tempo útil para gerir e usufruir!
Não queremos a sensualidade da publicidade e das estrelas pop, nem falar a 5 cêntimos por minuto, queremos namorar a quente, com quem quisermos e ser felizes!
Não queremos ser encarados unicamente como consumidores e mão de obra, somos gente que pensa, que ama, que ri e reflecte, e produzimos muito mais coisas para além de mercadorias!
Nós não queremos rastejar nem mendigar, queremos gritar como mulheres e homens livres e iguais!
Nós não queremos venerar mais amos e patrões, queremos um mundo sem escravos e submissão!
Não queremos assistir a jogos de guerra no écran plano, queremos um mundo em paz a três dimensões e onde as pessoas podem circular e estabelecer-se na terra de outr@s que é sua também!
Nós queremos muito mais, e melhor...
Nós só queremos... TUDO a que temos direito, num outro mundo, que é possível!
por Nuno Milagre, publicado no boletim do PSR do XX Acampamento Internacional de Jovens Revolucionári@s
Nós não queremos votar por sms nos concursos de tv, queremos verdade e justiça!
Nós não queremos mais produtos light, queremos água potável e medicamentos para tod@s!
Nós não queremos jogos virtuaus, queremos espaços de lazer e tempo útil para gerir e usufruir!
Não queremos a sensualidade da publicidade e das estrelas pop, nem falar a 5 cêntimos por minuto, queremos namorar a quente, com quem quisermos e ser felizes!
Não queremos ser encarados unicamente como consumidores e mão de obra, somos gente que pensa, que ama, que ri e reflecte, e produzimos muito mais coisas para além de mercadorias!
Nós não queremos rastejar nem mendigar, queremos gritar como mulheres e homens livres e iguais!
Nós não queremos venerar mais amos e patrões, queremos um mundo sem escravos e submissão!
Não queremos assistir a jogos de guerra no écran plano, queremos um mundo em paz a três dimensões e onde as pessoas podem circular e estabelecer-se na terra de outr@s que é sua também!
Nós queremos muito mais, e melhor...
Nós só queremos... TUDO a que temos direito, num outro mundo, que é possível!
terça-feira, julho 22, 2003
segunda-feira, junho 30, 2003
Estudos sobre a Guerra Civil Espanhola
http://1936-1939.blogspot.com
A Guerra Civil Espanhola permanece, a traços toscos, como o elemento enformador do combate histórico entre fascismo e socialismo. Na memória colectiva, resiste como a romantização última do derradeiro confronto – face a face, corpo a corpo, bala a bala – entre a expressão totalitária das velhas forças conservadoras e a precursão visionária do cunho libertador da «Guardia Roja».
Das barricadas de Guernica, ouvimos o «Viva la Muerte!» da besta de guerra franquista a cruzar os céus do País Basco. Nos apeadeiros do mundo, assistimos ao mais épico episódio das bandas de ilustração da marcha pela «pátria livre e comum»: milhares de voluntários engrossaram as Brigadas Internacionais, enviadas para combater em Espanha em defesa da República, pela liberdade, pela igualdade, pela revolução. «Antes morrer pelo Exército do Povo do que consentir o fascismo», escreveram milhares com o seu sangue. Porque não há luta sem batalha.
Como a exaltação de todos os paroximos, boa parte da história daquele período de 1936-1939 permanece ainda por contar, particularmente no seio da sociedade espanhola. Laboratório experimental da expectativa bélica da II Grande Guerra, sinónimo de Hemingway, Malraux, Orwell e Picasso, da Divisão Condor, foco de internacionalização do ideário marxista e do socialismo como engenharia emancipatória, quais as relações de poder no seio da Frente Popular e da Frente Nacional? Quão decisivo foi o papel do PC da União Soviética, nos seus golpes de controleirismo, para a derrota republicana da guerra? Quais os reais limites de participação do Estado Novo salazarista no conflito? Qual a biografia possível para tantos não-nacionais espanhóis na guerra civil? Qual o valor do apriorismo histórico e dos vínculos causais para a compreensão desta guerra? Que fronteira entre a pura mistificação ideológica e os factos objectivos?
Estudos sobre a Guerra Civil Espanhola pretende juntar, numa perspectiva científica mas não academicista, um grupo multiforme de interessados e estudiosos sobre esta matéria, contribuindo para a chamada de atenção e para a presença de um debate consequente sobre este acontecimento nas Ciências Sociais. Inicialmente em formato blog para a recolha de dados, documentos, biografias, bibliografias, iconografia, siglas, registos fotográficos/audio/vídeo, e tantos outros recursos que permitam uma leitura crítica e o mais expansiva da Guerra Civil Espanhola, esperamos conseguir a abrangência necessária para um posterior centro documental de arquivo histórico, mais consistente, em formato digital.
Saudações,
Tiago Barbosa Ribeiro
http://1936-1939.blogspot.com
A Guerra Civil Espanhola permanece, a traços toscos, como o elemento enformador do combate histórico entre fascismo e socialismo. Na memória colectiva, resiste como a romantização última do derradeiro confronto – face a face, corpo a corpo, bala a bala – entre a expressão totalitária das velhas forças conservadoras e a precursão visionária do cunho libertador da «Guardia Roja».
Das barricadas de Guernica, ouvimos o «Viva la Muerte!» da besta de guerra franquista a cruzar os céus do País Basco. Nos apeadeiros do mundo, assistimos ao mais épico episódio das bandas de ilustração da marcha pela «pátria livre e comum»: milhares de voluntários engrossaram as Brigadas Internacionais, enviadas para combater em Espanha em defesa da República, pela liberdade, pela igualdade, pela revolução. «Antes morrer pelo Exército do Povo do que consentir o fascismo», escreveram milhares com o seu sangue. Porque não há luta sem batalha.
Como a exaltação de todos os paroximos, boa parte da história daquele período de 1936-1939 permanece ainda por contar, particularmente no seio da sociedade espanhola. Laboratório experimental da expectativa bélica da II Grande Guerra, sinónimo de Hemingway, Malraux, Orwell e Picasso, da Divisão Condor, foco de internacionalização do ideário marxista e do socialismo como engenharia emancipatória, quais as relações de poder no seio da Frente Popular e da Frente Nacional? Quão decisivo foi o papel do PC da União Soviética, nos seus golpes de controleirismo, para a derrota republicana da guerra? Quais os reais limites de participação do Estado Novo salazarista no conflito? Qual a biografia possível para tantos não-nacionais espanhóis na guerra civil? Qual o valor do apriorismo histórico e dos vínculos causais para a compreensão desta guerra? Que fronteira entre a pura mistificação ideológica e os factos objectivos?
Estudos sobre a Guerra Civil Espanhola pretende juntar, numa perspectiva científica mas não academicista, um grupo multiforme de interessados e estudiosos sobre esta matéria, contribuindo para a chamada de atenção e para a presença de um debate consequente sobre este acontecimento nas Ciências Sociais. Inicialmente em formato blog para a recolha de dados, documentos, biografias, bibliografias, iconografia, siglas, registos fotográficos/audio/vídeo, e tantos outros recursos que permitam uma leitura crítica e o mais expansiva da Guerra Civil Espanhola, esperamos conseguir a abrangência necessária para um posterior centro documental de arquivo histórico, mais consistente, em formato digital.
Saudações,
Tiago Barbosa Ribeiro
sábado, junho 28, 2003
Resposta de Ricardo Sequeiros Coelho ao texto de José Manuel Fernandes sobre Orwell e que pode ser visto num dos links deste blog:
Dando mais uma prova de ignorância e ultrapassando todos os limites da demagogia, José Manuel Fernandes afirma que a mensagem que Orwell tentou passar era a de que era necessário lutar contra as duas ditaduras gémeas: a fascista e a comunista.
JMF ignora que comunismo não é sinónimo de estalinismo e que houve sempre correntes (como a Oposição de Esquerda do PCUS), e pensadores (como Trotsky ou Rosa Luxemburgo) comunistas que sempre defenderam a liberdade de expressão e de associação?
Ignora ele que Orwell foi durante muito tempo um comunista, primeiro ortodoxo e depois democrata? Ignora que "O triunfo dos porcos" e "1984" foram escritos no tempo em que ele era um comunista trotskysta? Será que não leu estas obras com suficiente atenção para perceber como Trotsky é retratado com simpatia na primeira história e é o líder dos dissidentes na segunda (afinal quem era o Goldstein senão o próprio Bronstein?)?
Será que não percebe que o "Big Brother" pode simbolizar de forma igual o terror estalinista e a paranóia securitária "orwelliana" de Bush? Não será capaz de ver que programas de espionagem como "Echelon" e outros que espiam a vida de toda a gente no planeta, até ao último pormenor, desenvolvidos pelo chamado "mundo livre" são o "Big Brother" do século XXI?
Não será capaz de encarar o facto de ser um enorme atropelo ao direito de expressão e associação que Orwell (que é no seu texto elevado ao expoente de Deus) tenha pactuado com a política de "caça às bruxas", denunciando como comunistas alguns dos seus colegas artistas, no tempo em que já era um "arrependido"?
Claro que sim. Não creio que JMF seja assim tão ignorante. Mas o fanatismo cega as pessoas. E pior que o fanatismo dos comunistas ortodoxos, só mesmo o dos ex-comunistas ortodoxos (os "arrependidos").
Dando mais uma prova de ignorância e ultrapassando todos os limites da demagogia, José Manuel Fernandes afirma que a mensagem que Orwell tentou passar era a de que era necessário lutar contra as duas ditaduras gémeas: a fascista e a comunista.
JMF ignora que comunismo não é sinónimo de estalinismo e que houve sempre correntes (como a Oposição de Esquerda do PCUS), e pensadores (como Trotsky ou Rosa Luxemburgo) comunistas que sempre defenderam a liberdade de expressão e de associação?
Ignora ele que Orwell foi durante muito tempo um comunista, primeiro ortodoxo e depois democrata? Ignora que "O triunfo dos porcos" e "1984" foram escritos no tempo em que ele era um comunista trotskysta? Será que não leu estas obras com suficiente atenção para perceber como Trotsky é retratado com simpatia na primeira história e é o líder dos dissidentes na segunda (afinal quem era o Goldstein senão o próprio Bronstein?)?
Será que não percebe que o "Big Brother" pode simbolizar de forma igual o terror estalinista e a paranóia securitária "orwelliana" de Bush? Não será capaz de ver que programas de espionagem como "Echelon" e outros que espiam a vida de toda a gente no planeta, até ao último pormenor, desenvolvidos pelo chamado "mundo livre" são o "Big Brother" do século XXI?
Não será capaz de encarar o facto de ser um enorme atropelo ao direito de expressão e associação que Orwell (que é no seu texto elevado ao expoente de Deus) tenha pactuado com a política de "caça às bruxas", denunciando como comunistas alguns dos seus colegas artistas, no tempo em que já era um "arrependido"?
Claro que sim. Não creio que JMF seja assim tão ignorante. Mas o fanatismo cega as pessoas. E pior que o fanatismo dos comunistas ortodoxos, só mesmo o dos ex-comunistas ortodoxos (os "arrependidos").
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