Rosa Branca
Jorge Palma in Voo Nocturno
Vive! Dança! Rosa Branca
não percas tempo a tentar ser feliz
roda viva, rosa vermelha
toma bem conta do que eu nunca fiz
Quando fores grande não queiras crescer
abraça a terra que te viu nascer
embala o mundo ao som dos teus passos
deixa o teu lar-doce-lar em estilhaços
Vive! Dança! Rosa Branca
não percas tempo a tentar ser feliz
roda viva, rosa vermelha
toma bem conta do que eu nunca fiz
Quando te vejo, tenho que admitir
todo eu estremeço, não posso mentir
a tua seiva alimenta a lua
faz-me querer ir cantar para a rua
Vive! Dança! Rosa Branca
não percas tempo a tentar ser feliz
roda viva, rosa vermelha
toma bem conta do que eu nunca fiz
Roda viva, rosa vermelha
toma bem conta do que eu nunca fiz
terça-feira, agosto 14, 2007
segunda-feira, agosto 13, 2007
Voo Nocturno
Jorge Palma
Agora já não vejo o sol
nem o seu reflexo lunar
levo as asas nos bolsos
e o coração a planar
neste voo nocturno
não sei onde vou aterrar
Sinto as nuvens nos meus pulsos
e o leme sempre a consentir
são sempre os mesmos ossos
que eu insisto em partir
neste voo nocturno
só quero mesmo resistir
Neste voo nocturno sou mais leve do que o ar
neste voo nocturno não sei onde vou acordar
Em baixo há manchas no canal
mas eu não as quero ver
o aeroplano está frio
e as hélices a ferver
o nariz do avião
só obedece a quem quiser
Agora não existe nada
o meu motor "ao ralenti"
vou revendo em surdina
tudo o que eu vivi
neste voo nocturno
a madrugada vem ai
Jorge Palma
Agora já não vejo o sol
nem o seu reflexo lunar
levo as asas nos bolsos
e o coração a planar
neste voo nocturno
não sei onde vou aterrar
Sinto as nuvens nos meus pulsos
e o leme sempre a consentir
são sempre os mesmos ossos
que eu insisto em partir
neste voo nocturno
só quero mesmo resistir
Neste voo nocturno sou mais leve do que o ar
neste voo nocturno não sei onde vou acordar
Em baixo há manchas no canal
mas eu não as quero ver
o aeroplano está frio
e as hélices a ferver
o nariz do avião
só obedece a quem quiser
Agora não existe nada
o meu motor "ao ralenti"
vou revendo em surdina
tudo o que eu vivi
neste voo nocturno
a madrugada vem ai
sábado, agosto 11, 2007
Novo videoclip de Manu Chao, realizado por Emir Kusturica
O músico e cineasta sérvio Emir Kusturica rodou em Buenos Aires, com membros da rádio Colifata, o videoclip da última canção de Manu Chao, "Rainin' in paradize". No vídeo junto com imagens de conflitos armados, podem ver-se Manu Chao e o próprio Kusturica.
O músico e cineasta sérvio Emir Kusturica rodou em Buenos Aires, com membros da rádio Colifata, o videoclip da última canção de Manu Chao, "Rainin' in paradize". No vídeo junto com imagens de conflitos armados, podem ver-se Manu Chao e o próprio Kusturica.
sexta-feira, agosto 10, 2007
Encosta-te a mim
Jorge Palma in Voo Nocturno
Encosta-te a mim, nós já vivemos cem mil anos
encosta-te a mim, talvez eu esteja a exagerar
encosta-te a mim, dá cabo dos teus desenganos
não queiras ver quem eu não sou, deixa-me chegar
Chegado da guerra, fiz tudo p'ra sobreviver
em nome da terra, no fundo p'ra te merecer
recebe-me bem, não desencantes os meus passos
faz de mim o teu herói, não quero adormecer
Tudo o que eu vi, estou a partilhar contigo
o que não vivi, hei-de inventar contigo
sei que não sei, às vezes entender o teu olhar
mas quero-te bem, encosta-te a mim
Encosta-te a mim, desatinamos tantas vezes
vizinha de mim, deixa ser meu o teu quintal
recebe esta pomba que não está armadilhada
foi comprada, foi roubada, seja como for
Eu venho do nada porque arrasei o que não quis
em nome da estrada onde só quero ser feliz
enrosca-te a mim, vai desarmar a flor queimada
vai beijar o homem-bomba, quero adormecer
Tudo o que eu vi, estou a partilhar contigo
o que não vivi, um dia hei-de inventar contigo
sei que não sei, às vezes entender o teu olhar
mas quero-te bem, encosta-te a mim
segunda-feira, julho 30, 2007
O pequenino Marques Mendes
Não sendo nem de longe nem de perto simpatizante do PSD, reconhecia mérito a Marques Mendes pela limpeza de balneário efectuada com Isaltino, Valentim e recentemente Carmona. No entanto, esta grande coragem de um homem pequeno foi esmagada ao ridículo na Madeira, tendo-se Marques Mendes curvado perante Jardim, tornando-se ainda mais pequeno do que já é. Quando cheira a votos, tudo conta para Marques Mendes. Que ser tão baixo!!
Não sendo nem de longe nem de perto simpatizante do PSD, reconhecia mérito a Marques Mendes pela limpeza de balneário efectuada com Isaltino, Valentim e recentemente Carmona. No entanto, esta grande coragem de um homem pequeno foi esmagada ao ridículo na Madeira, tendo-se Marques Mendes curvado perante Jardim, tornando-se ainda mais pequeno do que já é. Quando cheira a votos, tudo conta para Marques Mendes. Que ser tão baixo!!
segunda-feira, julho 23, 2007
Fragilidade
Mafalda Veiga in Nada se repete
Talvez pudesse o tempo parar
Quando tudo em nós se precipita
Quando a vida nos desgarra os sentidos
E não espera, ai quem dera
Houvesse um canto para se ficar
Longe da guerra feroz que nos domina
Se o amor fosse como um lugar a salvo
Sem medos, sem fragilidade
Tão bom pudesse o tempo parar
E voltar-se a preencher o vazio
É tão duro aprender que na vida
Nada se repete, nada se promete
E é tudo tão fugaz e tão breve
Tão bom pudesse o tempo parar
E encharcar-me de azul e de longe
Acalmar a raiva aflita da vertigem
Sentir o teu braço e poder ficar
E é tudo tão fugaz e tão breve
Como os reflexos da lua no rio
Tudo aquilo que se agarra e já fugiu
É tudo tão fugaz e tão breve
Mafalda Veiga in Nada se repete
Talvez pudesse o tempo parar
Quando tudo em nós se precipita
Quando a vida nos desgarra os sentidos
E não espera, ai quem dera
Houvesse um canto para se ficar
Longe da guerra feroz que nos domina
Se o amor fosse como um lugar a salvo
Sem medos, sem fragilidade
Tão bom pudesse o tempo parar
E voltar-se a preencher o vazio
É tão duro aprender que na vida
Nada se repete, nada se promete
E é tudo tão fugaz e tão breve
Tão bom pudesse o tempo parar
E encharcar-me de azul e de longe
Acalmar a raiva aflita da vertigem
Sentir o teu braço e poder ficar
E é tudo tão fugaz e tão breve
Como os reflexos da lua no rio
Tudo aquilo que se agarra e já fugiu
É tudo tão fugaz e tão breve
quinta-feira, julho 12, 2007
+ 1 Comboio
Letra: Jorge Palma
Música: Flak
in: Espanta Espíritos
Vejo tanto olhar encafuado
Em automóveis bestiais
Casos graves de bem estar,
Por mais que tenham, nunca têm a mais.
Aleijados do conforto,
Refugiados na t.v.,
O pior não é estar triste,
O pior é não saber porquê.
Há o entretenimento
Há o remoto control
Há-de haver mais um comboio
Para o centro comercial
Nesta altura ninguém faz greve,
Embora muitos tentem adormecer
Alguns vão derretendo a neve
Nas colheres a ferver.
Nas entradas do metro, o frio
É combatido com papel de jornal
Útil informação para os que estão na frente,
Cegos pelas luzes do Natal.
Letra: Jorge Palma
Música: Flak
in: Espanta Espíritos
Vejo tanto olhar encafuado
Em automóveis bestiais
Casos graves de bem estar,
Por mais que tenham, nunca têm a mais.
Aleijados do conforto,
Refugiados na t.v.,
O pior não é estar triste,
O pior é não saber porquê.
Há o entretenimento
Há o remoto control
Há-de haver mais um comboio
Para o centro comercial
Nesta altura ninguém faz greve,
Embora muitos tentem adormecer
Alguns vão derretendo a neve
Nas colheres a ferver.
Nas entradas do metro, o frio
É combatido com papel de jornal
Útil informação para os que estão na frente,
Cegos pelas luzes do Natal.
segunda-feira, julho 09, 2007
A culpa é da vontade
Letra e música:António Variações
A culpa não, não é do Sol
Se o meu corpo se queimar
A culpa não, não é do Sol
Se o meu corpo se queimar
A culpa é da vontade
Que eu tenho de te abraçar
A culpa não, não é da praia
Se o meu corpo se ferir
A culpa não, não é da praia
Se o meu corpo se ferir
A culpa é da vontade
Que tenho de te sentir
A culpa é da vontade
Que vive dentro de mim
E só morre com a idade
Com a idade do meu fim
A culpa é da vontade
A culpa não, não é do mar
Se o meu olhar se perder
A culpa não, não é do mar
Se o meu olhar se perder
A culpa é da vontade
Que eu tenho de te ver
A culpa não, não é do vento
Se a minha voz se calar
A culpa não, não é do vento
Se a minha voz se calar
A culpa é do lamento
Que sufoca o meu cantar
A culpa é da vontade
Que vive dentro de mim
E só morre com a idade
Com a idade do meu fim
A culpa é da vontade
Letra e música:António Variações
A culpa não, não é do Sol
Se o meu corpo se queimar
A culpa não, não é do Sol
Se o meu corpo se queimar
A culpa é da vontade
Que eu tenho de te abraçar
A culpa não, não é da praia
Se o meu corpo se ferir
A culpa não, não é da praia
Se o meu corpo se ferir
A culpa é da vontade
Que tenho de te sentir
A culpa é da vontade
Que vive dentro de mim
E só morre com a idade
Com a idade do meu fim
A culpa é da vontade
A culpa não, não é do mar
Se o meu olhar se perder
A culpa não, não é do mar
Se o meu olhar se perder
A culpa é da vontade
Que eu tenho de te ver
A culpa não, não é do vento
Se a minha voz se calar
A culpa não, não é do vento
Se a minha voz se calar
A culpa é do lamento
Que sufoca o meu cantar
A culpa é da vontade
Que vive dentro de mim
E só morre com a idade
Com a idade do meu fim
A culpa é da vontade
sábado, maio 12, 2007
Comércio?!!!
Em dia mundial do Comércio Justo, eis notícias de um "comércio" inqualificável...
À entrada de um supermercado
PSP impediu venda de bebé em Vila Franca de Xira
12.05.2007 - 11h45 Lusa
A PSP identificou ontem nove pessoas envolvidas na venda de um bebé de quatro meses às portas de um supermercado de Vila Franca de Xira, entre elas a mãe da criança.
A notícia, divulgada na edição de hoje do "Jornal de Notícias", já foi confirmada pelo comando da PSP de Lisboa.
Fonte da PSP confirmou à agência Lusa que foram identificadas nove pessoas e que o grupo não chegou a vender o bebé.
A criança foi internada para observação num hospital em Vila Franca de Xira e a situação foi comunicada ao Tribunal de Família e Menores.
Segundo o JN, os elementos do grupo que tentava vender o bebé foram presentes ao Ministério Público, tendo sido constituídos arguidos e logo depois libertados.
Em dia mundial do Comércio Justo, eis notícias de um "comércio" inqualificável...
À entrada de um supermercado
PSP impediu venda de bebé em Vila Franca de Xira
12.05.2007 - 11h45 Lusa
A PSP identificou ontem nove pessoas envolvidas na venda de um bebé de quatro meses às portas de um supermercado de Vila Franca de Xira, entre elas a mãe da criança.
A notícia, divulgada na edição de hoje do "Jornal de Notícias", já foi confirmada pelo comando da PSP de Lisboa.
Fonte da PSP confirmou à agência Lusa que foram identificadas nove pessoas e que o grupo não chegou a vender o bebé.
A criança foi internada para observação num hospital em Vila Franca de Xira e a situação foi comunicada ao Tribunal de Família e Menores.
Segundo o JN, os elementos do grupo que tentava vender o bebé foram presentes ao Ministério Público, tendo sido constituídos arguidos e logo depois libertados.
terça-feira, abril 17, 2007
domingo, abril 15, 2007
DINIS DOS BOTÕES
Letra: José Guedes
Música: Telmo Marques
in: Coisas Simples de Luís Portugal
Esses teus olhos verde-benetton
Oh! minha paixão vermelho-ferrari
O meu coração palpita ton-sur-ton
Ao ver-te sorrir colgate anticárie
As tuas pernas-dim, que sedução
cobiço esse teu sexo slogi, sim
ao teu triumoh(al) peito deito a mão
mas levo um estalo e ainda te ris de mim
Chamo-me Dinis, sou o rei dos botões
só as etiquetas me dão sensações
deixa ver a marca da minha emoção
não digas que não.
Desejo esses teus lábios-cibelle
os teus delicados pulsos-cartier
o cheiro do teu corpinho-chanel
os teus bonitos ombros-gaultier.
Letra: José Guedes
Música: Telmo Marques
in: Coisas Simples de Luís Portugal
Esses teus olhos verde-benetton
Oh! minha paixão vermelho-ferrari
O meu coração palpita ton-sur-ton
Ao ver-te sorrir colgate anticárie
As tuas pernas-dim, que sedução
cobiço esse teu sexo slogi, sim
ao teu triumoh(al) peito deito a mão
mas levo um estalo e ainda te ris de mim
Chamo-me Dinis, sou o rei dos botões
só as etiquetas me dão sensações
deixa ver a marca da minha emoção
não digas que não.
Desejo esses teus lábios-cibelle
os teus delicados pulsos-cartier
o cheiro do teu corpinho-chanel
os teus bonitos ombros-gaultier.
quinta-feira, abril 05, 2007
Parabéns! Parabéns! Parabéns! Parabéns!
Os Gato Fedorento são neste momento um fenómeno de popularidade.
Para mim ganharam hoje a designação de ídolos!
Já gostava deles na SIC Radical, mas agora na RTP com o Diz que é uma espécie de magazine, com rábulas semanais sobre a situação nacional eles estão muito à frente. Para além de terem piada, são extremamente cultos e isso faz toda a diferença!
Depois de terem ajudado Portugal a entrar para o século XXI com esta rábula:
eis que uma semana depois do PNR (Partido Nacional Renovador) ter editado um cartaz xenófobo no Marquês do Pombal, em Lisboa, os Gato Fedorento responderam colocando um cartaz em tudo idêntico, onde se lê "Mais imigração" afirmando que "Nacionalismo é parvoíce".

Ver em grande
Nas próximas eleições voto: Gato Fedorento!
Os Gato Fedorento são neste momento um fenómeno de popularidade.
Para mim ganharam hoje a designação de ídolos!
Já gostava deles na SIC Radical, mas agora na RTP com o Diz que é uma espécie de magazine, com rábulas semanais sobre a situação nacional eles estão muito à frente. Para além de terem piada, são extremamente cultos e isso faz toda a diferença!
Depois de terem ajudado Portugal a entrar para o século XXI com esta rábula:
eis que uma semana depois do PNR (Partido Nacional Renovador) ter editado um cartaz xenófobo no Marquês do Pombal, em Lisboa, os Gato Fedorento responderam colocando um cartaz em tudo idêntico, onde se lê "Mais imigração" afirmando que "Nacionalismo é parvoíce".
Ver em grande
Nas próximas eleições voto: Gato Fedorento!
quarta-feira, abril 04, 2007
Fantasmas...
Hoje senti-me de novo criança, quando num momento de fraqueza (ou terá sido precisamente o contrário disso?), saltei para a cama onde o meu pai estava deitado e juntamente com a minha irmã lhe demos um abraço enquanto corriam lágrimas pelos olhos dos 3. Desta vez, o abraço e as lágrimas, não se deveram aos medos de fantasmas nem meus, nem da minha irmã, mas aos fantasmas que o meu pai vai criando por tudo para ele estar indefinido neste momento, e o que vai ganhando definição para lá do lençol branco dos fantasmas, ser ainda mais assustador que o próprio fantasma.
Por isso, soube-me muito bem aquele abraço e sentir-me de novo criança.
Soube-me bem dizer-lhe que o amo e ser retribuído, soube-me bem ainda ter tempo para lhe dizer isso, soube-me bem ele precisar de mim, soube-me bem estar aqui para o ajudar.
Amo-te e não existem fantasmas que nos metam medo! Somos fortes e também aqui a união faz a força!
Hoje senti-me de novo criança, quando num momento de fraqueza (ou terá sido precisamente o contrário disso?), saltei para a cama onde o meu pai estava deitado e juntamente com a minha irmã lhe demos um abraço enquanto corriam lágrimas pelos olhos dos 3. Desta vez, o abraço e as lágrimas, não se deveram aos medos de fantasmas nem meus, nem da minha irmã, mas aos fantasmas que o meu pai vai criando por tudo para ele estar indefinido neste momento, e o que vai ganhando definição para lá do lençol branco dos fantasmas, ser ainda mais assustador que o próprio fantasma.
Por isso, soube-me muito bem aquele abraço e sentir-me de novo criança.
Soube-me bem dizer-lhe que o amo e ser retribuído, soube-me bem ainda ter tempo para lhe dizer isso, soube-me bem ele precisar de mim, soube-me bem estar aqui para o ajudar.
Amo-te e não existem fantasmas que nos metam medo! Somos fortes e também aqui a união faz a força!
domingo, abril 01, 2007
Dia 1 de Abril
Dia das mentiras...
Para uns há, que este dia se multiplica pelos outros dias do ano.
"Como é que gente que diz ser tão socialista, desiste de fazer o socialismo? Équerer fazer arroz de cabidela, sem frango, nem arroz, nem a panela. É por isso que eu vos digo, que a gente tem é que estar unida. Unida com as umas estão no cacho". Pois, "quando o pão que comes sabe a merda, o que faz falta?" "Até quando você vai ficando levando, porrada? Até quando vai ficar sem fazer nada? Até quando você vai levando porrada? Até quando vai ser saco de pancada?"
REVOLTA-TE!
Para este post "contei com a colaboração" de Sérgio Godinho, Zeca Afonso e Gabriel o Pensador
terça-feira, agosto 29, 2006
Nova loja de Comércio Justo no Porto
Benvindos ao Império das coisas parecidas
NÃO! Não tem que ser assim, porque...
novas Babilónias erguem-se do pó
Pois é! Dia 16 de Setembro, pelas 11h na R. de Cedofeita, 282 no Porto ergue-se-á uma nova Babilónia.
Uma Babilónia onde as pessoas são mais importantes que o lucro, onde há respeito pelo meio ambiente, onde não existe exploração da mulher nem da criança, onde se paga um preço justo a quem produz...
Sei que não vais querer estar noutro sítio a essa hora, por isso até lá!
Informações: info@reviravolta.comercio-justo.org
Fotos sobre as obras da loja em Site Reviravolta
Nota: As citações a itálico no início são excerto da canção Novas Babilónias dos Clã e que transcrevo na íntegra de seguida
Novas Babilónias
Letra: Carlos Tê
Música: Hélder Gonçalves
Neste tempo de sucessos
de quedas e ascensões
para o topo dos topos
para o gelo dos copos
para a vala das gerações
novos Bogarts em velhas gabardines
novas Madonnas em velhas Marilyns
crestam lendas nos magazines
ao ritmo das ilusões
novas Babilónias erguem-se do pó
e lê-se tudo em diagonal
e tudo chega a horas a Portugal
o comboio está agarrado
por fim o tempo está mesmo ao lado
já chegou o Desejado
e o sonho está normalizado
na suave proporção
de um x elevado a um cifrão
novas Babilónias erguem-se do pó
tudo é novo e velho num vaivém de espuma
tudo se refunde no brilho da bruma
e vós combatentes de guerras idas
contentes lambendo as mãos do rei Midas
Joanas, Joões de arcas perdidas
saltadores de fogueiras já ardidas
cinzas de cinzas de cinzas
benvindos ao Império das coisas parecidas
novas Babilónias erguem-se do pó
Benvindos ao Império das coisas parecidas
NÃO! Não tem que ser assim, porque...
novas Babilónias erguem-se do pó
Pois é! Dia 16 de Setembro, pelas 11h na R. de Cedofeita, 282 no Porto ergue-se-á uma nova Babilónia.
Uma Babilónia onde as pessoas são mais importantes que o lucro, onde há respeito pelo meio ambiente, onde não existe exploração da mulher nem da criança, onde se paga um preço justo a quem produz...
Sei que não vais querer estar noutro sítio a essa hora, por isso até lá!
Informações: info@reviravolta.comercio-justo.org
Fotos sobre as obras da loja em Site Reviravolta
Nota: As citações a itálico no início são excerto da canção Novas Babilónias dos Clã e que transcrevo na íntegra de seguida
Novas Babilónias
Letra: Carlos Tê
Música: Hélder Gonçalves
Neste tempo de sucessos
de quedas e ascensões
para o topo dos topos
para o gelo dos copos
para a vala das gerações
novos Bogarts em velhas gabardines
novas Madonnas em velhas Marilyns
crestam lendas nos magazines
ao ritmo das ilusões
novas Babilónias erguem-se do pó
e lê-se tudo em diagonal
e tudo chega a horas a Portugal
o comboio está agarrado
por fim o tempo está mesmo ao lado
já chegou o Desejado
e o sonho está normalizado
na suave proporção
de um x elevado a um cifrão
novas Babilónias erguem-se do pó
tudo é novo e velho num vaivém de espuma
tudo se refunde no brilho da bruma
e vós combatentes de guerras idas
contentes lambendo as mãos do rei Midas
Joanas, Joões de arcas perdidas
saltadores de fogueiras já ardidas
cinzas de cinzas de cinzas
benvindos ao Império das coisas parecidas
novas Babilónias erguem-se do pó
segunda-feira, agosto 21, 2006
Brisa de Mudança
Irlanda 1920:
Um grupo de irlandeses forma uma guerrilha armada enfrentando a ocupação inglesa e lutando pela independência irlandesa. Damien, um jovem promissor médico, que se preparava para abandonar o país para ir trabalhar para um hospital de Londres, hesita em juntar-se ao seu irmão Teddy na guerrilha por não acreditar que esta tenha força humana e material para derrobar os ingleses. Mas, justo quando ía apanhar o comboio para sair da cidade assiste a uma cena de violência na estação de comboios provocada pela arrogância inglesa e acaba também ele por se juntar à guerrilha.
A luta pela liberdade que então começa, leva os ingleses a assinar um acordo de paz para evitar mais derramamento de sangue. Só que o acordo não é bem aquilo que os guerrilheiros desejavam no início, dado que não lhes dava a independência da coroa britânica. Entre eles surgem sisões dando-se assim origem a uma guerra civil que acabará por colocar Damien contra Teddy.
Um filme a não perder!
Salas e horários em: ver cartaz
Irlanda 1920:
Um grupo de irlandeses forma uma guerrilha armada enfrentando a ocupação inglesa e lutando pela independência irlandesa. Damien, um jovem promissor médico, que se preparava para abandonar o país para ir trabalhar para um hospital de Londres, hesita em juntar-se ao seu irmão Teddy na guerrilha por não acreditar que esta tenha força humana e material para derrobar os ingleses. Mas, justo quando ía apanhar o comboio para sair da cidade assiste a uma cena de violência na estação de comboios provocada pela arrogância inglesa e acaba também ele por se juntar à guerrilha.
A luta pela liberdade que então começa, leva os ingleses a assinar um acordo de paz para evitar mais derramamento de sangue. Só que o acordo não é bem aquilo que os guerrilheiros desejavam no início, dado que não lhes dava a independência da coroa britânica. Entre eles surgem sisões dando-se assim origem a uma guerra civil que acabará por colocar Damien contra Teddy.
Um filme a não perder!
Salas e horários em: ver cartaz
domingo, agosto 20, 2006
Os Eunucos
José Afonso
Os eunucos devoram-se a si mesmos
não mudam de uniforme, são venais
e quando os mais são feitos em torresmos
defendem os tiranos contra os pais
Em tudo são verdugos mais ou menos
no jardim dos harens os principais
e quando os mais são feitos em torresmos
não matam os tiranos pedem mais
Suportam toda a dor na calmaria
da olímpica visão dos samurais
havia um dono a mais na satrapia
mas foi lançado à cova dos chacais
Em vénias malabares à luz do dia
lambuzam de saliva os maioriais
e quando os mais são feitos em fatias
não matam os tiranos pedem mais
José Afonso
Os eunucos devoram-se a si mesmos
não mudam de uniforme, são venais
e quando os mais são feitos em torresmos
defendem os tiranos contra os pais
Em tudo são verdugos mais ou menos
no jardim dos harens os principais
e quando os mais são feitos em torresmos
não matam os tiranos pedem mais
Suportam toda a dor na calmaria
da olímpica visão dos samurais
havia um dono a mais na satrapia
mas foi lançado à cova dos chacais
Em vénias malabares à luz do dia
lambuzam de saliva os maioriais
e quando os mais são feitos em fatias
não matam os tiranos pedem mais
domingo, outubro 05, 2003
Petição Pró-descriminalização do Aborto Lançada Ontem
Sábado, 04 de Outubro de 2003
"Concorda que seja descriminalizado o aborto realizado nas primeiras dez semanas de gravidez, com consentimento da mulher, em estabelecimento legal de saúde?" Esta é a pergunta que está incluída na petição, para que seja feito um novo referendo à descriminalização do aborto, que ontem foi lançada para a recolha de assinaturas e que posteriormente será entregue no Parlamento.
A petição é promovida por personalidades como o sexólogo Júlio Machado Vaz, a deputada socialista e ex-ministra Elisa Ferreira, o dirigente da intersindical CGTP, Ulisses Garrido, e o presidente da AMI (Assistência Médica Internacional), Fernando Nobre.
O conteúdo da petição, ou seja, os contornos exactos da pergunta a propor à Assembleia para que seja adoptada em referendo nacional foram negociados durante cerca de um ano e recebem o apoio de partidos políticos, organizações civis e de grupos de cidadãos que são favoráveis à descriminalização. De acordo com as informações recolhidas pelo PÚBLICO foi tido em conta o facto de a pergunta a incluir no referendo não poder oferecer dúvidas de constitucionalidade, já que se for chumbada pelo Tribunal Constitucional invalida a iniciativa de petição popular.
Na elaboração da pergunta as palavras que mais tempo levaram a receber o consenso de todos os apoiantes foram "aborto", "descriminalização" e o limite de dez e não doze semanas de gravidez.
O referendo por iniciativa de um grupo de cidadãos está prevista na Constituição, sendo regulamentado por lei própria. São necessárias 70 mil assinaturas para a realização do referendo.
Para contribuíres dirige-te às sedes do Bloco de Esquerda. Apenas precisas de preencher o teu nome completo e assinares conforme o bilhete de identidade.
No Porto podes passar por:
Rua da Torrinha, 151
Contamos contigo!
Sábado, 04 de Outubro de 2003
"Concorda que seja descriminalizado o aborto realizado nas primeiras dez semanas de gravidez, com consentimento da mulher, em estabelecimento legal de saúde?" Esta é a pergunta que está incluída na petição, para que seja feito um novo referendo à descriminalização do aborto, que ontem foi lançada para a recolha de assinaturas e que posteriormente será entregue no Parlamento.
A petição é promovida por personalidades como o sexólogo Júlio Machado Vaz, a deputada socialista e ex-ministra Elisa Ferreira, o dirigente da intersindical CGTP, Ulisses Garrido, e o presidente da AMI (Assistência Médica Internacional), Fernando Nobre.
O conteúdo da petição, ou seja, os contornos exactos da pergunta a propor à Assembleia para que seja adoptada em referendo nacional foram negociados durante cerca de um ano e recebem o apoio de partidos políticos, organizações civis e de grupos de cidadãos que são favoráveis à descriminalização. De acordo com as informações recolhidas pelo PÚBLICO foi tido em conta o facto de a pergunta a incluir no referendo não poder oferecer dúvidas de constitucionalidade, já que se for chumbada pelo Tribunal Constitucional invalida a iniciativa de petição popular.
Na elaboração da pergunta as palavras que mais tempo levaram a receber o consenso de todos os apoiantes foram "aborto", "descriminalização" e o limite de dez e não doze semanas de gravidez.
O referendo por iniciativa de um grupo de cidadãos está prevista na Constituição, sendo regulamentado por lei própria. São necessárias 70 mil assinaturas para a realização do referendo.
Para contribuíres dirige-te às sedes do Bloco de Esquerda. Apenas precisas de preencher o teu nome completo e assinares conforme o bilhete de identidade.
No Porto podes passar por:
Rua da Torrinha, 151
Contamos contigo!
quinta-feira, setembro 25, 2003
Os Clã fizeram uma brilhante banda sonora do filme "Nosferatu" de Murnau que apresentaram já no Rivoli, Santa Maria da Feira, Covilhã, Torres Vedras e recentemente em Lisboa.
A banda pretende agora editar o seu trabalho juntamente com o filme em DVD. Para tal precisam de autorização do Instituto Murnau, sendo já certo que a EMI-VC mostrou interesse em editar.
Nesse sentido convido-te a assinar a petição que se encontra em:
http://www.petitiononline.com/cla2409/petition.html
A banda pretende agora editar o seu trabalho juntamente com o filme em DVD. Para tal precisam de autorização do Instituto Murnau, sendo já certo que a EMI-VC mostrou interesse em editar.
Nesse sentido convido-te a assinar a petição que se encontra em:
http://www.petitiononline.com/cla2409/petition.html
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